Theatro Municipal de São Paulo inicia vendas de assinaturas para a Temporada 2020

De Instituto Odeon em 21 de janeiro de 2020


Ex-assinantes da Temporada 2018 poderão comprar na pré-venda, de 23 a 31 de janeiro; para os novos assinantes, o período é 05 a 15 de fevereiro.

O Caderno de Assinaturas do Theatro Municipal de São Paulo retorna na Temporada de 2020. Desta vez, o público poderá assinar séries para óperas, concertos e uma especial em homenagem aos 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven. Ex-assinantes da Temporada 2018 poderão adquirir o Caderno durante a pré-venda que acontece de 23 a 31 de janeiro. Os novos interessados poderão adquirir de 5 a 15 de fevereiro diretamente pelo site www.theatromunicipal.org.br.

Neste ano, o Municipal executa sete títulos de óperas, e quem adquirir um pacote já assegura o seu lugar em quatro destes espetáculos: Aida; a dobradinha Navalha na Carne e Homens de PapelDon Giovanni; e Benjamin. Ao todo serão cinco opções de séries, que têm os títulos referentes aos dias das récitas que os interessados pretendem contratar: Estreias; Domingo; Quartas-Feiras; Dias Variados e Audiodescrição. Quem assinar esta última terá disponível o recurso de audiodescrição, que amplia a compreensão e a participação de pessoas cegas ou com baixa visão nas atividades propostas. Os valores variam de acordo com os lugares, o mais barato (Setor 3 – lugares no 3°, 4° e 5° andar) custa R$ 68, e o mais caro, o camarote, R$ 1.958,40. Na plateia, R$ 408.

Já para a programação sinfônica são cinco opções de assinatura: duas séries para diferentes repertórios nas datas de estreia dos concertos, duas em dias variados e uma dedicada ao ciclo completo das sinfonias de Beethoven, no mês de seu nascimento, com as integrais das Sinfonias, dos Concertos para Piano e com as quatro Aberturas escritas para a ópera Fidelio. Faltando dois anos para o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, que teve como um dos símbolos nosso prédio histórico, o Municipal já iniciou as comemorações. Por conta disso, a maioria das séries foi nomeada em homenagem a grandes obras do Modernismo brasileiro: AbaporuAntropofagiaOperários e Macunaíma. Os valores variam de R$ 30,60 (Setor 3 – lugares no 3°, 4° e 5° andar) a R$ R$ 652,80 (camarote). Lugares na plateia custam R$ 102 ou R$ 136, a depender da série.

A exceção fica por conta da série Beethoven Total, com preços de R$ 81,60 (R$ 40,80 a meia-entrada) a R$ 1.305,60 (R$ 652,80 a meia-entrada) para o pacote com oito apresentações.

Cada ex-assinante poderá comprar até 8 Assinaturas, com a limitação de no máximo 4 de uma mesma Série. Em razão de mudanças na legislação de cotas, durante a Pré-Venda para ex-assinantes os lugares ocupados no passado não estão garantidos, e a nova ocupação acontece por ordem de compra, mediante disponibilidade. Os ex-assinantes devem acessar o e-mail enviado pela ticketeira Eventim com o link e o código de acesso ao sistema de compra das assinaturas.

Para os novos assinantes, o limite é de 4 assinaturas para uma mesma série, e o total é de 8 assinaturas por CPF.

O pagamento é feito apenas por meio do cartão de crédito e pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros.

Confira aqui Caderno de Assinaturas 2020.

A Biblioteca de Babel retorna para a estreia da temporada 2020 do Balé da Cidade de São Paulo

De Instituto Odeon em 17 de janeiro de 2020


Estreia acontece no dia 07 de fevereiro; Ingressos variam de R$ 15 a R$ 60

A temporada 2020 do Balé da Cidade de São Paulo tem início no dia 07 de fevereiro, às 20h, com o retorno do espetáculo A Biblioteca de Babel, no Theatro Municipal de São Paulo. As apresentações ainda seguem nos dias 08, 11, 12 e 13, às 20h, e no dia 09 (domingo) às 18h. Os ingressos variam de R$ 15 a R$ 60.

A inspiração do espetáculo é o conto Biblioteca de Babel, do escritor argentino Jorge Luis Borges, em que os corpos são compreendidos como um livro em sua própria exclusividade, um documento das nossas vidas e existência. Em uma das primeiras cenas, o público presenciará os bailarinos arquivados em uma prateleira como se fossem livros, isolados, encaixotados’, cada um no seu mundo. A ideia e o conceito são assinados pelo diretor artístico da companhia, Ismael Ivo, e pelo cenógrafo Marcel
Kaskeline. Ivo também é o coreógrafo.

A Biblioteca de Babel discute os princípios da comunicação, a evolução e o entendimento entre os homens. No momento em que os bailarinos “arquivados” quebram as prateleiras, Ivo explica que é momento de ruptura que faz alusão “ao livro individual que precisa ser aberto para que se descubra seu conteúdo, pois ali estão impressos todos os aspectos e informações: qualidades, defeitos, talentos, ajustes, desajustes e infinitas vivências do homem”, completa.

Nesta “ruptura” se estabelece um confronto de ideias e a produção passa a discutir questões de aceitação, inclusão e tolerância entre os homens. O balé evolui para uma alusão ao mito da “Torre de Babel”, em que uma ventania derrubou a torre e espalhou os cidadãos com idiomas diferentes pelo mundo, indivíduos que precisavam conviver e aceitar as diferenças.

Para a construção da produção, os 34 bailarinos tiveram que estudar a teoria da Evolução da Espécie Humana, de Charles Darwin, e mergulharam no trabalho do fotógrafo Eadweard Muybridge, que se especializou em captar os movimentos de locomoção dos homens e dos animais. A Biblioteca de Babel é a concretização de uma pesquisa realizada anteriormente por Ismael Ivo, que resultou na produção Biblioteca del Corpo, também inspirada no conto do escritor argentino Jorge Luis Borges. Há sete anos Biblioteca del Corpo foi apresentada por 25 integrantes do projeto L’Arsenale della Danza , na Bienal de Dança de Veneza, na Itália, que teve Ivo como diretor.

Prólogo
Alunos da Escola de Dança de São Paulo, que pertence à Fundação do Theatro Municipal de São Paulo, executarão a coreografia Como um Sopro, da bailarina, professora e pesquisadora de dança, bacharelada pela Escola Nacional da Grécia, Christiana Sarasidou, minutos antes de Babel, no palco da Sala de Espetáculos.

A Escola de Dança de São Paulo completa 80 anos em 2020. Segundo o seu coordenador artístico, Luiz Fernando Bongiovanni, esta ação faz parte de uma parceria com o Balé da Cidade para proporcionar aos jovens talentos a vivência profissional necessária. “Nosso desejo, como escola de formação, é poder oferecer aos alunos um programa de qualidade e excelência”, afirma Bongiovanni.

Serviço:

Sexta-feira ,07/02, às 20h
Sábado, 08/02, às 20h
Domingo, 09/02, às 18h
Terça-feira,11/02, às 20h
Quarta-feira,12/02, às 20h
Quinta-feira, 13/02, às 20h

Theatro Municipal de São Paulo – Sala de Espetáculos

A BIBLIOTECA DE BABEL

Prólogo – Como um Sopro
Escola de Dança de São Paulo
Christiana Sarasidou
, coreografia

A Biblioteca de Babel
Balé da Cidade de São Paulo
Ismael Ivo e Marcel Kaskeline
, ideia e conceito
Ismael Ivo, coreografia
Marcel Kaskeline, cenografia
Gabriele Frauendorf, figurinos
Marco Policastro, desenho de luz
Valentina Schisa e Elisabetta Violante, assistentes de coreografia

Duração aproximada: 70 minutos
Indicação etária: 14 anos
Ingressos: R$ 60 / R$ 30 / R$ 15 

Programação sujeita a alteração.

‘UóHol’, mostra individual do paraense Rafael BQueer, chega ao MAR em 11 de janeiro

De Instituto Odeon em 7 de janeiro de 2020


Abrindo a agenda expositiva de 2020, o Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, apresenta ao público a partir de 11 de janeiro “UóHol”, mostra individual do paraense Rafael BQueer com curadoria da Equipe MAR. Interessado em questões que perpassam o corpo e as discussões de decolonialidade, gênero e sexualidade, o jovem artista, vencedor do Prêmio FOCO ArtRio 2019, transita entre linguagens como a performance, o vídeo e a fotografia, além de atuar em pesquisas como drag queen, adotando a persona Uhura BQueer.

A exposição joga com o sobrenome do artista pop norte-americano Andy Warhol (1928-1987) e o termo “Uó” – gíria queer e popular para designar algo ou alguém irritante ou de mau gosto. Entre as obras selecionadas para a exposição estão trabalhos de uma série homônima elaborada em 2019, parte da Coleção MAR, que homenageia ícones negros da cultura LGBTQI+ brasileira, como Jorge Lafond, Marcia Pantera, Madame Satã e Leona Vingativa, partindo do repertório visual da pop art. 

“BQueer vem desenvolvendo um trabalho muito atento às questões relativas a gênero, racialidade e periferia. Com isso, aborda de modo renovado a categoria da performance nas artes visuais. Com a personagem Uhura, o artista tangencia o universo do carnaval em atuações nos desfiles das escolas de samba. Para o MAR, trazer a exposição ‘UóHol’ é manter a vocação da inclusão e da diversidade, agora, com ironia e conscientização”, observa o curador Marcelo Campos.

Os visitantes também terão acesso ao vídeo e imagens da ação performativa “Lenoir” (2017), na qual um conjunto de corpos negros ocupa o bairro do Leblon, conhecido por seu histórico elitista, evidenciando os conflitos de classe colocados no Rio de Janeiro. Junto ao vídeo, um grande lambe-lambe da série “Jogo do Bixo” (2016) apresenta a comunidade do Jacaré, ironizando a marginalização do corpo negro na cidade, que por vezes atrai a curiosidade de turistas estrangeiros que visitam as favelas cariocas como se desvelassem espécies exóticas.

No dia da abertura da mostra, que ficará em cartaz no espaço expositivo da Biblioteca MAR, será realizada uma Batalha de Close. A ação irá ocupar os pilotis do museu a partir das 16h com performances de artistas atuantes na cena queer do Rio de Janeiro. As apresentações, de cinco minutos cada, abordam temáticas pertinentes para a comunidade LGBTQI+, como política, gênero, sexualidade e arte contemporânea. Além do próprio Rafael BQueer, por meio de sua persona Uhura BQueer, participam da batalha Chameleon Drag, Gui Mauad, Irmãos Brasil, Miranda Lebrão, Organzza e Shenna Meneghel.

UÓHOL

Abertura da exposição: sábado, 11 de janeiro, às 10h – Biblioteca MAR

Batalha de Close: sábado, 11 de janeiro, das 16h às 17h – Pilotis

Visitação: terça a sábado, das 10h às 18h – Biblioteca MAR

Entrada gratuita

“A Pequena África e o MAR de Tia Lúcia”: catálogo digital da mostra está disponível para download

De Instituto Odeon em 19 de dezembro de 2019


O catálogo da exposição “A Pequena África e o MAR de Tia Lúcia” está disponível para download gratuito. A mostra, que ficou em cartaz na biblioteca do museu entre novembro de 2018 e março de 2019, reuniu uma série de desenhos, pinturas, objetos pessoais e homenagens à artista Lúcia Maria dos Santos, moradora do Morro do Pinto, na região portuária da cidade.

Falecida em setembro de 2018, a baiana foi uma das vizinhas mais ativas do programa Vizinhos do MAR, além de participar ativamente das atividades e festejos nas ruas e instituições da área conhecida como Pequena África, local em que viveu desde que chegou ao Rio de Janeiro, ainda criança. De babá, função que começou a exercer com apenas 8 anos, a professora de artes e artesanato, Tia Lúcia ocupou a cidade e os espaços culturais instaurando e subvertendo os modos de ser e estar.

>> CLIQUE AQUI para fazer o download do catálogo.

MAR disponibiliza versão digital do livro ‘Dispositivos artísticos-pedagógicos’

De Instituto Odeon em


Lançado no dia 10 de dezembro, no evento #OcupaBibliotecaMAR, o livro “Dispositivos artístico-pedagógicos” reúne as criações dos educadores atuantes no MAR entre 2014 e 2019. Os dispositivos articulam métodos, formas, referências e concepções vindas do universo das obras de arte, dos jogos, dos livros e dos materiais didáticos. A versão digital do livro está disponível em PDF e exemplares serão distribuídos gratuitamente em breve.

Organizado por Izabela Pucu, Natalia Nichols e Rafael Zacca, o livro apresenta os dispositivos acompanhados de conteúdos mediados e textos reflexivos pensados, criados e ativados pelos autores André Vargas, Cássia de Mattos, Edmilson Gomes, Elian Almeida, Georges Marques, Gisele de Paula, Guilherme Dias, Guilherme Marins, Jéssica Hipólito, Juliana Pavan, Maria Rita Valentim, Mariana Gon, Patrícia Chaves, Silvana Marcelina e Wesley Ribeiro.

Baixe o livro em PDF

Programa Vizinhos do MAR lança a 2ª edição de seu jornal colaborativo

De Instituto Odeon em


A 2ª edição da publicação “O olhar dos vizinhos no jornal da Zona” foi lançada no último dia 23 de novembro durante o evento mensal Café com Vizinhos. O jornal foi produzido em parceria com os participantes do programa Vizinhos do MAR, cujas ações buscam estabelecer uma plataforma de diálogo, experiência e ação conjunta entre o museu, moradores, coletivos e instituições da região portuária.

A nova edição traz na capa um registro da oficina “Folha sobre Folha”, proposta pelos educadores André Vargas, Bruna Camargos e Gabriela Cyrne em agosto. A atividade foi pensada como um dispositivo de compartilhamento de memórias em que cada vizinho deveria escrever em uma folha de cheiro uma palavra significativa e trocar com outro participante. 

O jornal apresenta uma matéria com a Dona Marli Farias, de 67 anos, conhecida por sua longa trajetória como atendente no Florida Café, estabelecimento tradicional da região, localizado ao lado do museu. A entrevista, conduzida por Bruna Camargos, fala sobre o seu dia a dia como moradora da Baixada Fluminense e trabalhadora da região portuária, além de suas memórias e lembranças na Praça Mauá.

A publicação conta também com um ensaio visual do fotógrafo Sandro Rodrigues no Morro do Pinto, que evidencia cores e detalhes da região; entrevista do vizinho Albino Neto com a vizinha Leila Leão, diretora da Casa Omolokum; além de um editorial de Hugo Oliveira sobre o Galeria Providência, projeto o qual o MAR é parceiro desde a sua criação.

>> Leia o jornal em PDF.

Temporada 2020: Theatro Municipal de São Paulo anuncia 7 óperas, 16 programas sinfônicos, peças de teatro e celebra os 250 anos de Beethoven

De Instituto Odeon em 18 de dezembro de 2019


Caderno de Assinaturas para as temporadas sinfônica e lírica retorna em 2020 | Foto: Fabiana Stig

Série Novos Modernistas se amplia e passa a ter maior envolvimento dos corpos artísticos do Municipal, incluindo dois espetáculos em formato de ópera que vão além da temporada lírica principal; Caderno de Assinaturas também retorna

Uma programação diversa, inquieta, multicultural e para todos é o reflexo de uma política da Secretaria Municipal de Cultura para o Theatro Municipal. Sob a direção artística de Hugo Possolo, o prédio histórico receberá, em 2020, 7 títulos de óperas, sendo uma encenada fora da Sala de Espetáculos e uma encomenda, 16 programas sinfônicos, apresentações dedicadas à celebração dos 250 anos de Beethoven, peças de teatro e a ampliação do projeto Novos Modernistas. Com a volta do Caderno de Assinaturas no ano que vem, o público já poderá garantir o seu lugar com antecedência para a temporada sinfônica e lírica.

A parceria de Hugo Possolo com o Secretário Municipal de Cultura, Alexandre Youssef, trouxe novos públicos e tornou a casa mais acessível. Apenas em 2019, 27% da programação do Complexo Theatro Municipal foram gratuitos. Dados de um relatório de pesquisa de perfil de público e satisfação realizado pela AGP Pesquisas Estatísticas também mostram que as apresentações foram prestigiadas por novos espectadores, tendo em vista que 42% foram ao Municipal pela primeira vez – contra 34% em 2018. Além disso, a faixa etária até 29 anos foi a que esteve mais presente nos espetáculos, representando 37% do total de espectadores – contra 28% do mesmo período do ano passado.

Para 2020, os pilares continuam sendo programação plural para um público diverso, mas sempre respeitando e executando as montagens de ópera, os concertos sinfônicos e os espetáculos de balé que são a tradição da casa. Esta é a primeira programação montada em sua totalidade por Hugo Possolo, que assumiu a direção artística em março deste ano. “Teremos a volta do Caderno de Assinaturas, a ampliação dos Novos Modernistas – uma série que abrigou outras manifestações artísticas como o circo, o teatro e que em 2020 passa a incorporar e interagir com os corpos artísticos do Municipal. Esses grupos estarão inseridos nos espetáculos e, desta maneira, podemos aproveitar ainda mais toda a nossa potência e excelência”, afirma Possolo.

No que diz respeito à temporada lírica, Hugo Possolo completa “serão seis óperas, sendo duas delas dirigidas por mulheres, o que é uma ocupação de espaço importante e relevante. Os títulos irão levantar questões sobre opressão, polarização, feminismo, fascismo e liberdade para além das obras. A temática e o significado musical das produções foram a condução da linha curatorial. Partimos de um conflito conceitual e o questionamento sobre o que podemos abordar com essas obras”, destaca.

Óperas

Honrando a sua vocação lírica, o Theatro Municipal de São Paulo vai apresentar 7 óperas em sua temporada 2020, com a estreia em março de Aida, de Giuseppe Verdi, com direção da premiada Bia Lessa. Neste ano, durante o projeto Teatro no Municipal, uma produção dirigida por Lessa, a peça PI – Panorâmica Insana, teve os ingressos esgotados no Municipal.

Em 2017, Bia Lessa fez história ao ser a primeira mulher a receber o prêmio APCA de melhor direção em 60 anos de premiação pelo espetáculo “Grande Sertão: Veredas”. No campo operístico, dirigiu Trovador, também ópera de Verdi, na temporada de reinauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 2010.

Aida é um drama sobre o amor em meio à guerra. Famosa por sua grandiosidade cênica, a história se passa no Egito. Em cena, a paixão entre uma escrava etíope de origem nobre e um general egípcio. A ópera foi montada no Theatro Municipal de São Paulo em 1912, 1993 e 2013, mas é a primeira vez que terá uma mulher brasileira à frente da direção cênica no palco do Municipal.

A segunda montagem é um “double bill” de duas óperas baseadas nas peças de Plínio Marcos: Navalha na Carne, composição de Leonardo Martinelli, e Homens de Papel, de Elodie Bouny. Esta é a primeira vez que o Theatro encomenda óperas em 108 anos de história.

A direção cênica será compartilhada pelo ator, cenógrafo e figurinista Zé Henrique de Paula e pela atriz, diretora musical e dramaturga Fernanda Maia, os dois do Núcleo Experimental. A estreia acontece em junho. “Navalha na Carne ainda está sendo composta. A semente foi plantada numa viagem de Kombi entre São Paulo e Campinas a partir de bate-papo com Oswaldo Mendes, ator, dramaturgo e biógrafo de Plínio Marcos. É uma justa homenagem ao Plínio que tal espetáculo seja representado, mas também pelo próprio elo com a contemporaneidade musical e social. A peça continua assustadoramente atual”, explica Martinelli.

A obra de Plínio Marcos se centra em três personagens: Neusa Sueli, prostituta, o cafetão Vado e o homessexual Veludo, e se passa em um quarto de bordel. A opressão, violência e as metáforas de disputa de poder e domínio das classes são presentes e mostram uma constante competição pelo controle um sobre o outro por meio da força física, da chantagem e da humilhação, numa simbologia ao modo mais deprimente das relações humanas. A peça teatral estreou em 1967 e logo foi censurada pela ditadura militar. Foram necessários 13 anos para que “Navalha” pudesse ser encenada mais uma vez.

Homens de Papel, também escrita na década de 1960 por Plínio Marcos, aborda uma história de exploração em cima de um grupo de catadores de lixo. Esta é a primeira ópera composta por Elodie Bouny, mas não a obra de estreia desta compositora no Municipal. Em maio deste ano, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência do maestro Roberto Minczuk, interpretou Meia Lágrima, baseada no poema homônimo de Conceição Evaristo.

Para Bouny, a obra de Plínio é agressiva, violenta, e isso dá muitas margens para a criação musical. “Convida-se a explorar texturas, timbres na orquestra, que talvez um tema mais normal, tranquilo, não daria espaço”, completa.

De uma estreia para a montagem de um título clássico, Don Giovanni será encenada em agosto, com direção de Lívia Sabag, que retorna ao Municipal após a produção de Elektra, em 2015. A obra-prima de Wolfgang Amadeus Mozart se passa em 24 horas e o personagem principal é inspirado no lendário “Don Juan”, conquistador de mulheres mas também depravado, cruel e violento. Logo na primeira cena, Don Giovanni tenta estuprar Donna Anna, que consegue se esquivar dando início a uma história de perseguição, vingança e morte. A ópera dá abertura para questionamentos de diferenças de gênero e machismo.

Don Giovanni teve a sua estreia mundial em 1787 no Teatro Nacional de Praga e apenas em 1956 estreou em São Paulo, no próprio Theatro Municipal. Desde então, foi encenada em 1999 e 2012 e, assim como em Aida, esta é a primeira vez que uma diretora assina esta produção no Municipal.

A quarta ópera do ano é um título contemporâneo, Benjamin, do compositor e maestro alemão Peter Ruzicka, que estreou em Hamburgo, na Alemanha, em 2018. Hugo Possolo assina a direção cênica e o libreto será traduzido para o português. Benjamin retrata um período crucial da trajetória do filósofo alemão Walter Benjamin, em sua fuga do regime nazista. Obra dramática, que também tem como personagens Hannah Arendt e Bertold Brecht, resgata e expõe as fissuras do pensamento filosófico do século 20. A estreia acontece no mês de setembro.

A penúltima montagem do ano é Fidelio, única ópera de Beethoven, e será encenada como parte das celebrações dos 250 anos de nascimento desse grande compositor alemão. A produção será realizada em novembro fora da sala de espetáculos do Theatro Municipal de São Paulo, em um local aberto ao grande público que será anunciado em breve. A direção é do premiado dramaturgo Rodolfo García Vasquez, fundador da companhia de teatro Os Satyros. O libreto é sobre os sacrifícios vividos por uma esposa que consegue se misturar aos carcereiros para livrar o marido preso injustamente. É uma história potente e rica sobre libertação, justiça social e direitos humanos.

Encerrando a temporada lírica 2020 está O Morcego, de Johann Strauss Filho, com a Orquestra Experimental de Repertório, sob a regência do maestro Jamil Maluf. A direção cênica está a definir. A ópera cômica se passa em uma festa de Réveillon.

A maioria das óperas terá o Coro Lírico Municipal de São Paulo, sob a preparação do maestro Mário Zaccaro, e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sendo o maestro Roberto Minczuk o titular em quase todas as récitas, com exceção de Benjamin, que irá alternar com o regente Alessandro Sangiorgi, e da produção O Morcego.

Temporada Sinfônica

A Orquestra Sinfônica Municipal (OSM) terá um ano intenso com participação nas montagens líricas e uma agenda repleta de concertos com repertórios inusitados e de efemérides. Considerando a programação que integra o caderno de assinaturas serão 16 programas sinfônicos de março a dezembro. Um total de 23 apresentações na Sala de Espetáculos. Sem contar os diversos concertos extras não só em sua casa, mas também em outros espaços culturais da capital e do Estado, incluindo participação em festivais.

E a abertura da temporada será com a grandiosa 3ª Sinfonia de Mahler com o maestro titular Roberto Minczuk na batuta, o naipe feminino do Coral Paulistano e um coro infanto-juvenil. A mezzo soprano Ana Lúcia Benedetti é a solista.

Em abril, a Sinfônica Municipal, junto a outro corpo artístico do teatro, o Coral Paulistano, interpreta Cristo no Monte das Oliveiras, obra de Beethoven que resgata o episódio bíblico do Jardim das Oliveiras. O oratório é escrito para orquestra, coro e solistas. Será o primeiro programa, de muitos no ano, dedicado ao compositor alemão.

Richard Strauss e Serguei Prokofiev aparecem na programação em julho com a execução da Sinfonia Alpina e do Concerto para Piano N° 2, Op. 16, respectivamente. Ainda no mesmo mês com o Coral Paulistano, a OSM interpreta um repertório moderno com o Concerto para 2 Tímpanos de Philip Glass e a Sinfonia dos Salmos de Igor Stravinsky, considerado o mais importante compositor dos séculos 20 e 21.

Os 250 anos de nascimento de Beethoven não poderiam passar em branco. A OSM vai celebrar com uma maratona, em dezembro, o mês deste gênio da música. Serão oito concertos com os mais importantes ciclos do compositor, como os Concertos para Piano de 1 a 5 e a série integral de todas as sinfonias com a participação do Coro Lírico e do Coral Paulistano na última delas, a Sinfonia Nº 9, sua grande obra-prima e que até hoje provoca fascínio nas plateias.

A Orquestra Sinfônica Municipal também interpreta as aberturas de Egmont, Fidelio e Leonorade 1 a 3. Para fechar o ano, a Sinfônica Municipal apresenta um concerto especial de Natal com o Coral Paulistano.

Dança

Em 2020, o Balé da Cidade de São Paulo, sob a direção artística do bailarino e coreógrafo Ismael Ivo, retorna com a reapresentação do espetáculo A Biblioteca de Babel, que abre a temporada em fevereiro. A montagem partiu da ideia do conto homônimo do escritor argentino Jorge Luiz Borges, em que os corpos são compreendidos como um livro em sua própria exclusividade, um documento das nossas vidas e existência. A referência no espetáculo é categórica, o público se depara com os bailarinos arquivados em uma prateleira como livros, uma espécie de arquivo humano. O espetáculo estreou em junho de 2019.

O primeiro programa inédito da companhia em 2020 acontece em maio com uma coreografia inspirada na vida e obra do artista plástico Arthur Bispo do Rosário e que terá assinatura do coreógrafo Jorge Garcia. Arthur Bispo do Rosário foi considerado louco por alguns e gênio por outros. Diagnosticado como esquizofrênico-paranoico, viveu grande parte da sua vida na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, destinada a abrigar doentes psiquiátricos, e passou a produzir diversos objetos feitos de sucata e até mesmo de restos de consumo, além de bordados.

O Balé da Cidade de São Paulo tem 34 bailarinos e, em 2020, completa 52 anos de história. A companhia possui mais de 216 obras coreográficas no repertório, 58 premiações e 17 países visitados em 22 anos de turnês. O rigor e o padrão técnico do elenco e da equipe artística atraem os mais importantes coreógrafos brasileiros e internacionais. Atualmente, tem como diretor artístico o bailarino e coreógrafo Ismael Ivo, que também é fundador, diretor e conselheiro do Festival ImPulsTanz, de Viena.

Novos Modernistas

Em continuidade às comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 22, o Theatro Municipal segue de portas abertas às novas linguagens artísticas que se destacam pela diversidade com o projeto Novos Modernistas. A novidade para 2020 é a maior interação e envolvimento dos corpos artísticos do Municipal nessa programação.

A parceria do Secretário Municipal de Cultura Alexandre Youssef com o diretor artístico do Municipal, Hugo Possolo, tem por objetivo convocar e provocar o debate sobre as novas vanguardas da cidade de São Paulo. Sob a temática contemporânea, as atrações têm por característica a quebra de barreiras, a (re)significação dos conceitos e a expansão de territórios por meio do diálogo entre as diferentes manifestações artísticas.

Ao todo serão seis programas, incluindo dois projetos de característica operística que vão além da temporada lírica principal do Theatro Municipal. Em abril, O Guarany em Chamas, aproveitando a efeméride dos 150 anos de lançamento da ópera Il Guarany, do compositor brasileiro Carlos Gomes, reúne a Orquestra Sinfônica Municipal, o Coro Lírico e solistas convidados em espetáculo experimental que vai abordar a questão do desmatamento, do ataque e a situação dos povos indígenas. “O objetivo é construir uma dramaturgia aproveitando as peças corais, as árias, mas colocando a obra em outra perspectiva. Não se trata de mais uma montagem do Guarany e sim de uma oportunidade de discutir a narrativa”, completa Possolo. A direção cênica será de Marco Antonio Rodrigues, um dos fundadores do grupo Folias d’Arte e do teatro Galpão do Folias.

Em julho acontece outra apresentação experimental, Carmen Desconstruída, com trechos da ópera Carmen, de Bizet, com a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coro Lírico. A regência será de Alessandro Sangiorgi, maestro assistente da OSM. A montagem dará margem à reavaliação das personagens femininas dentro das óperas, que em sua maioria são retratadas como submissas, inocentes e frágeis.

Para comemorar os 40 anos de lançamento do primeiro disco de Arrigo Barnabé, a Orquestra Experimental de Repertório divide o palco com o Coral Paulistano, solistas e atores em Clara Crocodilo. Em novembro, durante o Mês da Consciência Negra, será a vez de uma encenação do poema O Navio Negreiro, de Castro Alves, com a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano.

Lançada em maio de 2019, Novos Modernistas levou ao palco do Theatro Municipal espetáculos com sinergia entre as linguagens e união das diferenças. Destaque para o Prot{AGÔ}nistas, que revelou o movimento negro no picadeiro; e o programa multidisciplinar Uma Futuro sem País, que reuniu cantoras, diretoras e atrizes trans para apresentar o ponto de vista feminino da história do Brasil e o futuro que tem sido escrito por essas mulheres em performance. O Coral Paulistano também rememorou os 30 anos da queda do Muro de Berlim em um concerto cênico multimídia.

Teatro no Municipal

O projeto que retomou as peças teatrais à programação regular de um dos palcos mais importantes de São Paulo também segue em 2020. É o Teatro no Municipal, que traz montagens profissionais que já estiveram em cartaz mas que agora podem ser vistas a R$ 5.

E para abrir a agenda oficial do teatro, já em janeiro, tem a peça Baixa Terapia, uma “comédia no divã” com o ator Antonio Fagundes no elenco. Excepcionalmente serão duas sessões, não às segundas mas nos dias 16 e 17, às 20h. Sucesso de público, a produção estreou no Brasil em março de 2017, no ano seguinte fez uma turnê de três meses por Portugal e esteve em cartaz em São Paulo durante todo o ano de 2019. Sob direção de Marco Antônio Pâmio, Fagundes divide o palco com Mara Carvalho, Fábio Espósito, Ilana Kaplan, Alexandra Martins e Guilherme Magon.

O Teatro no Municipal reúne peças que retratam a diversidade da produção teatral. E até novembro serão mais nove espetáculos, sempre na última segunda-feira de cada mês, às 20h. Apenas em fevereiro não haverá peça.

Praça das Artes

Na Praça das Artes, prédio anexo ao Theatro Municipal de São Paulo, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, grupo formado pelo violista Marcelo Jaffé, os violinistas Betina Stegmann e Nelson Rios, e o violoncelista Rafael Cesario, celebra os 250 anos de nascimento de Beethoven. Serão diversos concertos na Sala do Conservatório com obras do compositor alemão que reinventou a noção de música e revelou novas possibilidades para o piano, o violino e o violoncelo. Quem também se apresenta no espaço é o Coral Paulistano, sob a regência das maestrinas Naomi Munakata e Maíra Ferreira, e integrantes da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, com concertos de música de câmara para a série “Nossos Músicos”. O objetivo é destacar os naipes e instrumentos da OSM e promover uma experiência fora da Sala de Espetáculos por meio de execuções primorosas e mais intimistas, unindo o público e os artistas.

Mais programação

Entre agosto e setembro tem a segunda edição do Eté-Festival Corpo, que mistura as múltiplas formas de expressão corporal com espetáculos de dança, teatro e circo; e em outubro haverá uma programação especial e gratuita dedicada ao público infantil e à família com o projeto Crianças no Municipal.

O Theatro Municipal também será palco de uma extensa programação da Secretaria Municipal de Cultura prevista para o ano todo, a começar pelo especial de aniversário da cidade, dia 25 de janeiro; e o festival Verão sem Censura, que propõe acolher todas as atividades culturais censuradas por órgãos ligados ao governo federal. Recebe a Virada Cultural e as Mostras Internacionais de Teatro e Cinema, que têm o apoio da Secretaria; celebra o Dia do Samba e promove a Noite de Gala do Circo, no Dia Internacional do Palhaço.

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – próximo à estação do metrô Anhangabaú

Bilheteria: 11 3053 2090
Horário de Atendimento: Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado e domingo, 10h às 17h
Acessibilidade para pessoas com deficiência

Visita educativa: gratuita e em dias e horários estabelecidos, incluindo em inglês para estrangeiros, com monitoria em intérprete em Libras e agendamento especial para grupos de 10 a 50 pessoas. Reserva dos ingressos pela internet. Não há visitação às segundas-feiras, domingos e feriados.

Theatro Municipal de São Paulo apresenta programação especial de Natal

De Instituto Odeon em 2 de dezembro de 2019


Theatro Municipal de São Paulo | Foto: Fabiana Stig
Durante o mês de dezembro, Coro Lírico, Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Paulistano e Escola de Dança de São Paulo realizam apresentações dedicadas à festividade no Municipal e no Mosteiro de São Bento, com ingressos gratuitos ou a preços acessíveis

O fim do ano se aproxima e a temporada natalina vem sempre acompanhada de muitas atrações por toda a capital paulista e, como já é tradição, o Theatro Municipal de São Paulo, um dos espaços mais conhecidos e emblemáticos da cidade, preparou uma programação especial para celebrar a festividade. Até 22 de dezembro teremos concertos sinfônicos e de canto coral e o sempre aguardado número de balé O Quebra-Nozes. A programação tem ingressos que não ultrapassam os R$ 40 (inteira), e uma das atrações terá entrada gratuita. Ao todo, serão 11 espetáculos.

O Coral Paulistano abre a agenda com o concerto Cantando o Natal, no dia 3 de dezembro. Com regência dividida entre Naomi Munakata e Maíra Ferreira, o grupo interpreta obras como Noite Feliz, de Franz Gruber, e A Babe Is Born, de William Mathias, no Salão Nobre do Municipal.

Entre 4 e 8 de dezembro, é a vez da Escola de Dança de São Paulo apresentar uma das coreografias mais populares e prestigiadas do balé russo, O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky. O espetáculo tornou-se um clássico de final de ano por contar uma história que começa justamente na véspera de Natal. A remontagem, assinada por Guivalde de Almeida, Thaís de Assis e equipe da Escola de Dança de São Paulo, tem Luiz Fernando Bongiovanni como coordenador artístico, cenografia de José Roverato e figurinos do acervo da Escola.

A agenda prossegue com Natal no Mosteiro, também com o Coral Paulistano. Sob a batuta da regente titular Naomi Munakata, o corpo artístico interpreta Gloria, de Antonio Vivaldi. As sopranos Luciana Crepaldi e Rosemeire Moreira e a mezzo soprano Andreia Abreu serão as solistas. A apresentação é gratuita e acontece no dia 8, no Mosteiro de São Bento. O grupo apresenta ainda o Concerto de Natal, na Catedral Evangélica de São Paulo, com regência de Naomi, acompanhada do organista David Terry. O espetáculo acontece no dia 13, também com entrada franca.

No dia 14 de dezembro, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano apresentam o programa Messias Cante Junto. Acompanhados dos solistas Aníbal Mancini (tenor), Luciana Bueno (mezzo) e Michel de Souza (baixo), Orquestra e Coro interpretam trechos de O Messias, obra mais conhecida de Georg F. Häendel. O público é convidado a cantar junto as passagens que serão interpretadas em inglês, sob as batutas do maestro Roberto Minczuk, regente titular da OSM.

Encerrando a programação, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta nos dias 21e 22 de dezembro, dessa vez acompanhada do Coro Lírico e sob regência de Mário Zaccaro, diretor musical e regente titular do Coro, que em 2019 celebrou 80 anos. É o Concerto de Natal, cujo repertório mescla cânticos natalinos tradicionais em inglês e francês, por exemplo, a também muito conhecida Adeste Fideles, passando pelo hino cristão Amazing Grace e, claro, a versão de Ave Maria, de Giulio Caccini, só para citar algumas. A famosa ária da ópera Turandot, Nessun Dorma, de Puccini, e Summertime, presente em Porgy and Bess e escrita por George Gershwin, também estão no programa. Solistas convidados dividem o palco com Orquestra e Coro.

Serviço
03/12 Terça – 20h
CANTANDO O NATAL
Coral Paulistano
Naomi Munakata e Maíra Ferreira – regentes

Solistas:
Aymée Wentz – soprano
Larissa Lacerda – mezzo soprano
Jeniffer Campbell – harpa
David Terry – órgão

Programa:
Sergei Prokofiev: Prelúdio, Op. 12 Nº 7 para harpa solo
Benjamin Britten: A Cerimony of Carols
William Mathias: A Babe Is Born
Canção tradicional alemã/arr. Robert Lucas Pearsall: In Dulci Jubilo
Canção tradicional inglesa/arr. John Rutter: O Primeiro Natal
Assis Valente/arr. Aricó Jr.: Boas Festas
Caldas e Cavalcanti/arr. Cyro Pereira: Noite Azul
Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)
Canção tradicional francesa: Entre le Bouef et l’Âne Gris
Franz Gruber: Noite Feliz

Local: Salão Nobre – Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/n° – República
Telefone: (11) 3053-2090
Duração aproximada: 1 hora
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 20
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

04, 05 e 06/12 Quarta, quinta e sexta – 20h
07/12 Sábado – 16h e 20h
08/12 Domingo – 14h

O QUEBRA-NOZES
Escola de Dança de São Paulo
Coordenador Artístico – Luiz Fernando Bongiovanni
Remontagem – Guivalde de Almeida, Thaís de Assis e Equipe EDASP
Cenografia – José Roverato
Figurinos – Acervo Escola de Dança de São Paulo

Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/n° – República
Telefone: (11) 3053-2090
Duração aproximada: 2 horas com 1 intervalo
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 20 / R$ 15 / R$ 10
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

08/12 Domingo – 15h
NATAL NO MOSTEIRO
Coral Paulistano
Naomi Munakata – regente
Rosemeire Moreira – soprano
Luciana Crepaldi – soprano
Andreia Abreu – mezzo soprano

Programa:
Antonio Vivaldi: Gloria

Local: Mosteiro de São Bento
Endereço: Largo de São Bento, s/nº – Centro Histórico de São Paulo
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: Entrada franca

13/12 Sexta – 20h
CONCERTO DE NATAL
Coral Paulistano
Naomi Munakata – regente
David Terry – órgão

Programa:
Charles-Marie Widor: Missa para Coro e Órgão, Op. 36
Antiga melodia alemã: In Dulci Jubilo (arr. Robert Lucas Pearsall)
Canção tradicional inglesa: The First Noel (arr. John Rutter)
Assis Valente: Boas Festas (arr. Aricó Jr.)
Caldas e Cavalcanti: Noite Azul
Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)
Canção tradicional francesa: Entre le Boeuf et l’Âne Gris (arr. David Terry)
Franz Gruber: Noite Feliz

Local: Catedral Evangélica de São Paulo
Endereço: R. Nestor Pestana, 152 – Consolação
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: Entrada Franca

14/12 Sábado – 17h
MESSIAS CANTE JUNTO
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Coral Paulistano
Roberto Minczuk – regente
Luciana Bueno – mezzo soprano
Aníbal Mancini – tenor
Michel de Souza – baixo

Programa:
Georg F. Haendel: O Messias (trechos)

Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/n° – República
Duração aproximada: 70 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 30,00 / R$ 20,00 / R$ 12,00
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e
sábados e domingos, das 10h às 17h.

21/12 Sábado – 20h | 22/12 Domingo – 17h
CONCERTO DE NATAL
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Coro Lírico
Mário Zaccaro – regente

Programa:
Canto tradicional inglês: Deck the Halls with Boughs of Holly
Hino cristão: Amazing Grace
Solista: Margarete Loureiro (contralto)
Canto tradicional de Natal: Adeste Fideles
Solista: Adriana Magalhães (soprano)
Giacomo Puccini: Nessun Dorma (da ópera Turandot)
Solista: Marcello Vannucci (tenor)
Pastoril alagoano: Estrela de Natal – Pastoril Alagoano
Giulio Caccini: Ave Maria
Solista: Leonardo Pace (baixo)
Canto tradicional inglês: The First Noel
George Gershwin: Summertime (da ópera Porgy and Bess)
Solista: Sandra Félix (soprano)
Pyotr I. Tchaiokovsky: Marcha da suíte O Quebra-Nozes, Op. 71
Melodia inglesa do séc XVI: What Child Is This?
Solista: Rogério Nunes (baixo)
O. Hammerstein e R. Rodgers: Climb Every Mountain
Johann Strauss II: Vozes da Primavera (Frühlingsstimen, Op. 410)
Franz Gruber: Noite Feliz*
Canto tradicional francês: Angels We Have Heard on High
*arranjos e adaptações: Mário Zaccaro

Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/n° – República
Duração aproximada: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 40 / R$ 30 / R$ 12
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

*Programação sujeita a alterações.

Orquestra Sinfônica executa ‘O Anel sem Palavras’ no palco do Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em 28 de novembro de 2019


Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e o maestro Roberto Minczuk. Foto Fabiana Stig

Ainda no programa está o ‘Concerto N° 2 para Piano e Orquestra’, de Sergei Rachmaninoff, com a pianista Olga Kern como solista

Após apresentações no Auditório Ibirapuera, Teatro João Caetano e Teatro Flávio Império, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência do seu maestro titular, Roberto Minczuk, retorna ao palco do Theatro Municipal de São Paulo. No sábado, 30, às 20h, e domingo (1°), às 17h, os músicos executam Concerto N° 2 para Piano e Orquestra, de Sergei Rachmaninoff, e O Anel sem Palavras, compilação de Lorin Maazel da tetralogia O Anel de Nibelungo, do compositor alemão Richard Wagner.

Rachmaninoff é tido como um dos pianistas mais agraciados do século 20, tendo composto peças consideradas de extrema dificuldade para o instrumento. Para esta composição, a pianista russo-americana Olga Kern será a solista. Aos 17 anos, ela venceu o concurso Rachmaninoff International Piano Competition. A discografia de Kern inclui sua gravação indicada ao Grammy das Variações Sobre um Tema de Corelli, de Rachmaninoff, Variações, de Brahms, e as Sonatas para Piano N° 2 e N° 3, de Chopin. Ela foi destaque no documentário premiado sobre a Competição Cliburn de 2001, Playing on the Edge.

Na segunda parte do concerto, a OSM executa O Anel sem Palavras. “Simplesmente os highlights da teatrologia do Anel de Nibelungo, com os primeiros e principais temas, como A Cavalgada das Valquírias e a Marcha Fúnebre de Siegfried”, completa o maestro Roberto Minczuk.

A obra, orquestrada por Lorin Maazel, reúne em 75 minutos as passagens mais célebres das quatro óperas do ciclo wagneriano (O Ouro do Reno, A Valquíria, Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses). A peça não tem cantores e dura bem menos do que as óperas quando são encenadas e cantadas, que costumam ter cerca de 15 horas de duração.

Serviço:
Theatro Municipal de São Paulo – Sala de Espetáculos

O ANEL SEM PALAVRAS

Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Olga Kern, piano

Programa
SERGEI RACHMANINOFF
Concerto N° 2 para Piano e Orquestra

RICHARD WAGNER/LORIN MAAZEL
O Anel sem Palavras

Duração aproximada: 2 horas, com 1 intervalo
Indicação etária: livre
Ingressos: R$ 40 / R$ 30 / R$ 12
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou na bilheteria do Theatro Municipal
Horário de funcionamento da bilheteria: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h
Formas de pagamento: dinheiro e cartões de débito e crédito

Mais informações:

Olga Kern
A pianista russo-americana Olga Kern começou sua carreira nos Estados Unidos ganhando uma medalha de ouro na Van Cliburn International Piano Competition, no Texas – a primeira mulher em 30 anos a receber essa premiação. Com diversos prêmios internacionais, venceu, por exemplo, a Rachmaninoff International Piano Competition, aos dezessete anos. Em 2016, atuou como presidente do júri do Concurso Internacional de Piano Amador de Cliburn e da primeira edição do Concurso Internacional de Piano Olga Kern, do qual também é diretora artística. Olga Kern frequentemente dá masterclasses e, desde setembro de 2017, atua na faculdade de piano da Manhattan School of Music. Além disso, foi escolhida como a nova diretora de música de câmara do Virginia Arts Festival, começando na temporada de 2019. Para a temporada 2019-20, se apresentará com a Allentown Symphony, a Grand Rapids Symphony, a Baltimore Symphony Orchestra, a Colorado Symphony, a Toledo Symphony Orchestra, a New Mexico Philharmonic e a New West Symphony, além de participar da turnê da Orquestra Sinfônica Nacional da Ucrânia, nos Estados Unidos. Atuou como artista residente na temporada 2017-18 da San Antonio Symphony e fez sua estreia na China com a turnê da National Youth Orchestra of China. A discografia de Kern inclui sua gravação indicada ao Grammy das Variações Sobre um Tema de Corelli, de Rachmaninoff, Variações, de Brahms, e as Sonatas para Piano N° 2 e N° 3, de Chopin. Ela foi destaque no documentário premiado sobre a Competição Cliburn de 2001, Playing on the Edge.

Roberto Minczuk
Natural de São Paulo, Roberto Minczuk começou a estudar música com o pai aos 6 anos de idade. Aos 9, ingressou como trompista na Escola Municipal de Música e, com 10 anos, fez sua estreia como solista no Theatro Municipal de São Paulo. Aos 13 anos, foi contratado por Isaac Karabtchevsky para ser 1ª trompa do Orquestra Sinfônica Municipal, em 1981. Mudou-se para Nova York aos 14 anos com bolsa de estudos, e se formou na Julliard School of Music. Como solista, fez sua estreia no Carnegie Hall aos 17 anos. Aos 20, tornou-se membro da Orquestra Gewandhaus de Leipzig, na Alemanha. Como maestro, fez sua estreia internacional à frente da Filarmônica de Nova York – da qual, mais tarde, foi regente associado. Depois disso, regeu mais de cem orquestras internacionais. Foi diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, diretor artístico adjunto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sendo o primeiro artista a receber o Prêmio ConcertArte, de Ribeirão Preto. Venceu o Grammy Latino e foi indicado ao Grammy Americano com o álbum Jobim Sinfônico. Atualmente, é maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal, maestro emérito da Orquestra Sinfônica Brasileira, da qual foi regente titular de 2005 a 2015, e maestro emérito da Orquestra Filarmônica de Calgary, no Canadá. Neste ano, completou 25 anos de carreira.

Orquestra Sinfônica Municipal
A história da Sinfônica Municipal se confunde com a da música orquestral em São Paulo, com participações memoráveis em eventos como a primeira Temporada Lírica Autônoma de São Paulo, com a soprano Bidú Sayão; a inauguração do Estádio do Pacaembu, em 1940; a reabertura do Theatro Municipal, em 1955, com a estreia da ópera Pedro Malazarte, regida pelo compositor Camargo Guarnieri; e a apresentação nos Jogos Pan-Americanos de 1963, em São Paulo. Estiveram à frente da Orquestra os maestros Arturo de Angelis, Zacharias Autuori, Edoardo Guarnieri, Lion Kaniefsky, Souza Lima, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi e John Neschling.

Museu de Arte do Rio recebe “Spider”, escultura de Louise Bourgeois em itinerância promovida pelo Itaú Cultural

De Instituto Odeon em


Evento de abertura contará com apresentações musicais do grupo Pietá e DJ Tamy

Abertura: 30 de novembro, às 16h
Entrada gratuita

          Depois de permanecer pouco mais de duas décadas em regime de comodato ao lado do Museu de Arte Moderna, em São Paulo, em dezembro do ano passado a obra pertencente à Coleção Itaú Cultural começou uma série de itinerâncias pelo país: de Inhotim para Porto Alegre e de lá para Curitiba. Agora, chega ao Rio de Janeiro acompanhada da gravura da artista Spider and Snake e de obras da coleção do próprio MAR e do acervo particular de Paulo Herkenhoff, entre desenhos, manuscritos, documentos e publicações da escultora. Duas apresentações musicais marcam a abertura dessa exposição no museu: grupo Pietá e DJ Tamy.

        Às 16h do sábado, 30 de novembro, o Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, abre as suas portas para Spider (Aranha), com visitação programada até 1º de março de 2020. A obra realizada pela escultora francesa Louise Bourgeois (1911-2010) em 1996, foi vista no Brasil pela primeira vez na 23ª Bienal de São Paulo e adquirida para a Coleção Itaú Cultural. Em 1997, o instituto a cedeu em regime de comodato ao Museu de Arte Moderna – MAM/SP, no Parque Ibirapuera. Ela permaneceu ali até 2017, em um espaço de vidro de onde podia ser observada da marquise do parque. Na ocasião, a escultura foi enviada para a Fundação Easton, em Nova York, para averiguação e restauro, de modo a garantir a sua longevidade e possibilitar a sua exibição em espaços expositivos diversos. Em dezembro passado, Spider botou o pé na estrada.

       Primeiro, a obra foi levada a Minas Gerais, para ser exibida na Galeria Mata do Inhotim. Seguiu para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e para o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Agora chega ao MAR e, para este dia, foi pensada programação especial para o público, com entrada gratuita das 10h até às 19h15. Às 16h30, tem apresentação de DJ Tamy, às 18h, o grupo Pietá faz show. Em 2020, a escultura seguirá viagem, começando pelo Centro Cultural da UNIFOR, em Fortaleza.

         “Assim como fazemos com grande parte da Coleção Itaú Cultural, tomamos a decisão de circular uma das suas mais importantes obras internacionais e ampliar o acesso do público a esta grandiosa escultura”, diz o diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron.

        Esta Spider é a primeira das seis que a artista produziu em bronze a partir de meados da década de 1990 e que estão espalhadas pelo mundo. Com ela, também chega a gravura Spider and Snake – a 15ª das 50 realizadas por Louise em 2003, com uma dimensão de 48,2 x 44,1 cm e pertencente ao acervo do Itaú.

      As viagens da Spider pelo Brasil são acompanhadas de um texto do crítico de arte Paulo Herkenhoff e de um vídeo de pouco mais de cinco minutos realizado pela equipe do Itaú Cultural, com relato da também crítica Verônica Stigger. Este material foi produzido especialmente para estas itinerâncias.

         Entre imagens da escultura, Verônica discorre sobre a vida da artista que se entrelaça com esta sua criação. Ela toma para si palavras de Herkenhoff para afirmar que as aranhas de Louise Bourgeois representam a mãe da artista, sintetizada em dois adjetivos aparentemente paradoxais: frágil e forte. Diz Verônica: “A fragilidade e a força se conjugam nesta versão de Spider. À primeira vista, é uma peça imponente, até um tanto monstruosa: ela é toda em bronze, com três metros e meio de altura, oito longas patas e um núcleo central duro, todo torcido em espirais, que faz as vezes de cabeça e ventre — um grande ventre capaz de armazenar os ovos.” E conclui: “Em uma olhada mais atenta, percebe-se como, apesar da força e da rigidez do bronze, ela também é frágil, delicada: suas patas são longas e muito finas, dando a impressão de serem insuficientes para sustentar o pesado corpo da aranha.”

        Feita em bronze, a escultura pesa mais de 700 quilos – 68kg, cada uma das oito patas; 113kg o corpo e 57kg a cabeça. O seu traslado, exige grande cuidado e dedicação. Com a inexistência do esboço e projeto original da escultura, a equipe do Itaú Cultural criou um aparato para garantir a sua estrutura na desmontagem e remontagem. A produção do instituto desenhou uma plataforma que é colocada debaixo dela para sustentá-la. As patas, cujas pontas são de agulha, são retiradas uma a uma enquanto uma espécie de berço se eleva da plataforma para segurar o corpo do pesado aracnídeo. Para ser remontada, o caminho é o inverso.

Programação:

10h – Abertura do museu – Entrada gratuita

*As exposições “O Rio dos Navegantes”, “Pardo é papel” e a sala imersiva “FLUXO” estarão abertas ao público, com entrada gratuita, das 10h às 19h15.

16h – Abertura da sala “Spider (Aranha)” – Entrada gratuita até as 19h15.

16h30 – Apresentação da DJ Tamy – Entrada gratuita.

18h – Show do grupo Pietá – Entrada gratuita.