Dan Stulbach em A Morte Acidental De Um Anarquista abre o projeto de teatro a R$ 5 no Municipal

De Instituto Odeon em 1 de julho de 2019


Dan Stulbach e Henrique Stroeter em cena durante a peça A morte Acidental de Um Anarquista. Foto: João Caldas

Apresentação única acontece no dia 27 de maio às 20h

Em sua Temporada 2019, o Theatro Municipal de São Paulo, agora sob a direção artística de Hugo Possolo, está aberto às novas linguagens artísticas. Toda última segunda-feira do mês tem peças de teatro, é o novo projeto Teatro no Municipal. O espetáculo de estreia é A Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fo, com Dan Stulbach e direção de Hugo coelho. A apresentação única acontece no dia 27 de maio, às 20h. Os ingressos custam R$ 5.

Ainda no elenco, Henrique Stroeter (delegado) Riba Carlovich (secretário de segurança), Marcelo Castro (comissário), Maíra Chasseraux (jornalista) e Rodrigo Bella Dona  (guarda). Efeitos sonoros ao vivo de Rodrigo Geribello.

Morte Acidental de Um Anarquista parte de um caso verídico, uma controversa investigação de um caso ocorrido em Milão, em 1969, e tem como pano de fundo os ataques terroristas que feriram e mataram dezenas de pessoas nas cidades de Milão e Roma. O mote é o suposto suicídio de um anarquista acusado pelos atentados que teria se jogado da janela do prédio da polícia durante o interrogatório. O caso ficou nebuloso com incoerências nos depoimentos dos policiais envolvidos, porém ninguém foi condenado por falta de provas.

Dario Fo estreou a obra ficcional 1 ano após o episódio na Itália. A peça, uma comédia, coloca dentro da delegacia naquele dia a figura de um louco revelando práticas de torturas física e psicológica nos interrogatórios policiais. Na dramaturgia, o louco é acusado de falsidade ideológica, por gostar de se passar por outras pessoas, porém se revela mais esperto que o delegado e, ali mesmo, engana a todos fingindo ser um juiz. A peça acabou se tornando a mais conhecida e premiada de Dario Fo.

Com montagens em todo o mundo, em Londres foi encenada com referências ao caso Jean Charles (brasileiro que ficou conhecido após ser confundido e assassinado erroneamente pela Scotland Yard no Metrô de Londres).

Nesta montagem que sobe ao palco do Theatro Municipal com direção de Hugo Coelho, o público é saudado pelo elenco no hall do teatro e convidado a entrar na sala de espetáculos. Com os espectadores já acomodados, Dan Stulbach entra em cena para contar o que aconteceu na vida real e explicar o porquê de montar o espetáculo, seguindo a estratégia que Dario Fo utilizava em suas apresentações visando uma aproximação e reconhecimento do público. Em seguida, a plateia é convidada a tirar dúvidas a respeito do caso e, só depois de todos estarem prontos, o espetáculo começa.

A produção já percorreu 27 cidades brasileiras. Em cartaz há 4 anos já foi vista por mais de 250 mil espectadores.

Teatro no Municipal

Teatro no Municipal é um projeto que busca retomar as peças teatrais à programação regular de um dos palcos mais importantes de São Paulo. A curadoria se baseia em montagens profissionais que já tenham estado em cartaz, mas agora poderão ser vistas a R$ 5.  As produções retratam a diversidade da produção teatral, com foco na representatividade.

Em junho é a vez da Peça para Adultos Feita por Crianças. Na obra, as crianças mergulham no universo de Hamlet e inventam brincadeiras para adultos contra a chatice, o antropocentrismo e até para evitar o sentimento de morte em vida. No mês seguinte (julho), é a vez do Gota D’Água Preta que se utiliza de uma traição conjugal para falar de questões raciais, sociais e de classes, também tendo como cenário a realidade do País. No elenco está Juçara Marçal no papel de Joana, uma mulher sofrida que mora num conjunto habitacional e está prestes a ser despejada com os dois filhos; Jé Oliveira como Jasão, um jovem sambista e ex-marido de Joana que está noivo de Alma. Essa, por sua vez, é filha de um corrupto.

Encerrando a primeira temporada do projeto Teatro no Municipal é a vez do espetáculo Mississipi (agosto) que apresenta a Praça Roosevelt em três períodos diferentes — 1999, 2009 e 2019 — tendo como pano de fundo o retrato político e social do Brasil nas épocas retratadas. A produção é da companhia de teatro “Os Satyros”, um dos responsáveis por transformar a paisagem deste local no centro de São Paulo.

Segunda-feira, 27, às 20h
Teatro no Municipal
Morte Acidental De Um Anarquista
De Dario Fo
Direção: Hugo Coelho
Com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Marcelo Castro,
Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona
Efeitos sonoros ao vivo Rodrigo Geribello
Gênero: Comédia
Duração: 90 minutos, sem intervalo
Classificação etária: 14 anos
Ingressos: R$ 5 preço único pelo site eventim.com.br ou pela bilheteria.

Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

* Programação sujeita a alterações.

Peça para Adultos Feita por Crianças (junho)
Gota D’Água Preta (julho)
Mississipi (agosto)

Museu de Arte do Rio abre ao público a exposição de longa duração “O Rio dos Navegantes” e inaugura sua primeira sala imersiva

De Instituto Odeon em 24 de maio de 2019


Evento de abertura contará com pocket show de Teresa Cristina e apresentação do projeto Pra Gira Girar: uma celebração aOs Tincoãs, com a participação especial do músico Mateus Aleluia

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon inaugura no dia 25 de maio, com um grande evento gratuito, sua principal exposição de 2019: “O Rio dos Navegantes”. A mostra traz uma abordagem transversal da história do Rio de Janeiro como cidade portuária, do ponto de vista dos diversos povos, navegantes e imigrantes que desde o século XVI passaram, aportaram e por aqui viveram. “O Rio Dos Navegantes” ocupará integralmente o terceiro andar do pavilhão de exposições e a Sala de Encontro, localizada no térreo, até março de 2020. O diretor cultural do MAR, Evandro Salles, é o idealizador e coordenador de curadoria e Francisco Carlos Teixeira, o consultor histórico. Também assinam a curadoria e a pesquisa Fernanda Terra, Marcelo Campos e Pollyana Quintella.

 “O Rio dos Navegantes” reúne cerca de 550 peças históricas e contemporâneas, entre pinturas, fotografias, vídeos, instalações, objetos, documentos, esculturas, etc. Estão confirmados trabalhos de artistas como Ailton Krenak, Antonio Dias, Arjan Martins, Augusto Malta, Belmiro de Almeida, Custódio Coimbra, Guignard, Iran do Espírito Santo, João Cândido (João Cândido Felisberto), Kurt Klagsbrunn, Lasar Segall, Mayana Redin, Mestre Valentim, Osmar Dillon, Rosana Paulino, Sidney Amaral, Virginia de Medeiros, além de jovens artistas como Aline Motta e Floriano Romano.

Entre os destaques da curadoria está um raro tapete feito pela Manufatura dos Gobelins – um complexo de oficinas dedicadas à produção de tapeçarias e mobiliários na França do século XVI. Também promete chamar a atenção do público um painel de cinco metros, pintado em madeira pelo artista Carybé e pertencente ao acervo do Museu do Ingá. Outro destaque é o desenho original de Hélio Eichbauer que foi transformado em um painel na emblemática montagem da peça O Rei da Vela, em 1967, e mais tarde virou capa do disco O Estrangeiro, de Caetano Veloso.

Para ampliar a viagem pela história do Porto do Rio e seus desdobramentos, o museu firmou parceria com 37 instituições públicas e privadas, que cederam trabalhos para a exposição. Do Museu Nacional, destruído por um incêndio em 2018, virão 15 peças de diversas coleções da seção didática do museu, como conchas, corais, artefatos líticos, e frascos que apresentam a biodiversidade da baía de Guanabara. Outro destaque é o vídeo instalação do sul-africano Mohau Modisakeng, exibido na Bienal de Veneza de 2017. A obra simula barcos com figuras submersas e aborda o desmembramento da identidade africana pela escravidão, que promoveu violentos apagamentos de histórias pessoais.

“O Rio dos Navegantes” não se limita aos espaços tradicionais de exposição. Na rampa que leva o visitante ao pavilhão, por exemplo, o público já será ambientando à mostra por meio de uma das cinco obras comissionadas pelo MAR. Vozes, conversas e sons ambientes da Região Portuária foram reunidos pelo artista carioca Floriano Romano no trabalho “Fui”, que dá a dimensão da diversidade naquela região. Mais quatro trabalhos foram desenvolvidos pelos artistas Aline Motta, Carlos Adriano, Katia Maciel, Regina de Paula e Wilton Montenegro especialmente para “O Rio dos Navegantes”. A mostra também dá voz a personagens famosos e anônimos da região, como Arthur Bispo do Rosário, João Cândido, as polacas Berta, Esther e Rachel, o Dragão do Mar, os comerciantes árabes do mercado popular Saara, entre outros, que terão suas vidas narradas por meio de obras e documentos da época.

A exposição convida o público a refletir sobre os modos de vida que formaram o Rio de Janeiro, a relação entre cariocas e visitantes, a miscigenação, as formas de uso e democratização do espaço público, e os conflitos geográficos, linguísticos, culturais, econômicos e políticos que estão presentes na cidade desde o século XVI. Documentos e imagens raras mostram indígenas escravizados construindo os Arcos da Lapa, evidenciam os problemas das enchentes do Rio desde o século XVI e questionam o mito da praia democrática, evidenciando tensões sociais no espaço público e as praias do subúrbio, como as do Caju, Ramos, Sepetiba e Ilha do Governador.

Sala imersiva “FLUXO” inaugura no mesmo dia

No dia 25 também será inaugurado o primeiro espaço imersivo do MAR, com o objetivo de propor ao visitante uma experiência sensorial. A instalação de estreia, FLUXO, foi desenvolvida por uma equipe multidisciplinar liderada pela diretora criativa Liana Brazil, da SuperUber. A sala localizada no primeiro andar do pavilhão de exposições é uma aposta da direção do museu, por meio de sua diretora executiva, Eleonora Santa Rosa, e faz parte de um novo núcleo de trabalho da instituição.

FLUXO é uma experiência imersiva que explora o movimento contínuo, fluido, espontâneo. Ao entrar na sala escura, o visitante perceberá que suas pegadas criam rastros que o conectam a um núcleo onde imagens e sons inspirados na exuberante natureza do Rio de Janeiro surgem de todos os lados. Constelações, águas, tempestades e traçados ancestrais são projetados em telas que envolvem o público e o transportam para um espaço-tempo outro, fora da história, livre de começos-meios-fins.

“Esse projeto é um experimento criado a partir de conversas com grupos de jovens convocados pelo museu, visando atrair novos públicos. Possui uma dimensão poética, epifânica e sensorial, que traz, no seu âmago, essa ideia de fluxo pois cria conexões e movimentos por meio de uma movimentação contínua”, explica Eleonora Santa Rosa. Liana Brazil completa: “Esse tipo de arte está cada vez mais presente nos museus do mundo e com a inauguração dessa instalação, o MAR entra na onda da interdisciplinaridade da arte”, observa.

PROGRAMAÇÃO:

16h: Abertura da exposição “O Rio dos Navegantes”

16h: Abertura da sala de imersão “FLUXO”

19h: Show do projeto Pra Gira Girar: uma celebração aOs Tincoãs, com a participação especial do músico Mateus Aleluia, remanescente do grupo original

20h: Pocket show – Teresa Cristina canta Paulinho da Viola

Serviço

Entrada: Visitação gratuita de 25 de maio a 25 de junho.

Horário de funcionamento: às terças-feiras o MAR funciona com horário estendido até as 19h. Quarta a domingo, das 10h às 17h. Às segundas o museu fecha para o público. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (55) 21 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.

*No sábado, 25 de maio, o museu funcionará em horário especial, das 16h às 21h, por conta da abertura da exposição e da sala imersiva.

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

Balé da Cidade de São Paulo estreia A Biblioteca de Babel em junho no Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em 22 de maio de 2019


Balé da Cidade de São Paulo realiza intervenção na Catedral da Sé. Foto Fabiana Stig.

Companhia faz intervenções artísticas em templos religiosos na cidade de São Paulo nesta semana; Bailarinos irão ao Templo Lohan, Terreiro Odé, Igreja Nossa Senhora dos Homens pretos e Sinagoga Shalom

A Biblioteca de Babel é o segundo espetáculo da temporada 2019 do Balé da Cidade de São Paulo com estreia no dia 14 de junho, às 20h, no Theatro Municipal de São Paulo. As apresentações ainda seguem nos dias 15, 19, 20, 21 e 22, às 20h, e nos dias 16 e 23 às 18h. A venda dos ingressos iniciará nesta quarta-feira (22).

O diretor artístico da companhia Ismael Ivo assina a ideia e o conceito junto com Marcel Kaskeline (também cenógrafo do espetáculo). A coreografia também é de Ismael Ivo, figurinos de Gabriele Frauendorf e desenho de luz de Marco Policastro.

Ivo esclarece que o objetivo é discutir os princípios da comunicação, a evolução e o entendimento entre os homens. Para isso, partiu da ideia do conto Biblioteca de Babel, do escritor argentino Jorge Luiz Borges, em que os corpos são compreendidos como um livro em sua própria exclusividade, um documento das nossas vidas e existência.   A referência no espetáculo é categórica, o público se depara com os bailarinos arquivados em uma prateleira como um livro, uma espécie de arquivo humano. Em um primeiro momento, isolados, ‘encaixotados’, cada um no seu mundo.  “Mas o ‘livro individual’ precisa ser aberto para que se descubra seu conteúdo, pois ali estão impressos todos os aspectos e informações: qualidades, defeitos, talentos, ajustes, desajustes e infinitas vivências do homem”, completa.

Neste momento de “ruptura”, se estabelece um confronto de ideias e a produção passa a discutir questão de aceitações, inclusão e tolerância entre os homens.  O balé evolui para uma alusão ao mito da “Torre de Babel” em que uma ventania derrubou a torre e espalhou os cidadãos com idiomas diferentes pelo mundo, indivíduos que precisavam conviver e aceitar as diferenças.

Para a construção deste espetáculo todos os 34 bailarinos tiveram que estudar a teoria da Evolução da Espécie Humana, de Charles Darwin, e mergulharam no trabalho do fotógrafo Eadweard Muybridge que se especializou em captar os movimentos de locomoção dos homens e dos animais.

A Biblioteca de Babel é a concretização de uma pesquisa realizada anteriormente por Ismael Ivo, que resultou na produção Biblioteca del Corpo, também inspirado no conto Biblioteca de Babel. Há sete anos Biblioteca del Corpo  foi apresentada por 25 integrantes do projeto L´ Arsenale dela Danza , da Bienal de Dança de Veneza, na Itália, que teve Ivo como diretor.

Intervenções artísticas

Nesta semana, antes da estreia, a companhia junto com o seu diretor artístico, Ismael Ivo, realizam um trabalho de imersão e investigação em diversos templos religiosos como o Templo Lohan, a Igreja dos Homens Pretos, o Terreiro Odé. Agenda abaixo.

Apesar do espetáculo não se referenciar as religiões, pois se trata da tolerância de uma forma mais ampla, a ideia é que seja um laboratório para os bailarinos na busca do entendimento da existência humana. “Partindo da história da Torre de Babel, vivemos até hoje uma confusão de línguas, as pessoas se atacam e se refugiam em seitas, e usam as religiões para impor suas ideologias. Isto gera o ódio e a violência. Se nos aproximarmos de fato dos lugares sagrados e ‘vivenciarmos in loco’ começamos a entender que talvez todos nós estamos em busca da mesma compreensão e  de uma única verdade”, afirma Ivo.

A série de intervenções artísticas começou no dia 13 na Catedral da Sé. Nesta segunda-feira (20), os bailarinos passaram pela Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens PretosPraça das Artes e Theatro Municipal de São Paulo. Os bailarinos ocupam o Templo Lohan – Shaolin Temple Cultural Center nesta quarta-feira (22), das 14h às 16h, e passam pelo salão de lutas, salão principal e o jardim. Na quinta-feira (23), a companhia vai ao Terreiro Odé na Cidade Tiradentes.  Esta ação acontece das 14h às 15h30.  Por último, na segunda (27), o balé vai a Sinagoga Shalom e a ação ocorre das 14h às 15h30.

O Balé da Cidade de São Paulo completou 50 anos em 2018. A temporada comemorativa com espetáculos em homenagem ao Caetano Veloso, David Bowie, além da Sagração da Primavera e apresentações no Theatro Municipal de São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Auditório Ibirapuera, foi um enorme sucesso de público com cerca de 40 mil pessoas presentes. Em abril, o grupo reapresentou o espetáculo A Sagração da Primavera no Theatro Municipal de São Paulo e durante a mostra Abril Pra Dança no Auditório Ibirapuera. Ainda no segundo semestre de 2019, o grupo estreia a coreografia inédita Bolero, de Andonis Foniadakis, que já coreografou para a Companhia de Dança de Sydney, Companhia de Dança Martha Graham, Ballet Jazz de Montréal, Ballet de l’Opéra de Lyon e Companhia Nacional de Dança do País de Gales, entre outras. Em 2011, Foniadakis criou Paraíso Perdido que acabou se tornando um dos grandes balés do repertório da companhia paulista.

Serviço:

Intervenções artísticas

Igreja Nossa Senhora dos Homens pretos/Praça das Artes/Theatro Municipal
Endereço: 
Largo do Paissandú, s/nº – Centro
Segunda-feira (20)
Horário de Início em frente à igreja: 14h30
Horário de término no Theatro Municipal de São Paulo: 15h30
Percurso: Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos, Praça das Artes e Theatro Municipal

Templo Lohan – Shaolin Temple Cultural Center
Endereço: 
R.Conselheiro Furtado, 445 – Liberdade
Quarta-feira  (22)
Horário de Início no Templo Lohan: 14h
Horário de Término no Templo Lohan: 16h
Percurso: Salão de Lutas, Salão Principal e Área do Jardim

Terreiro Odé
Quinta-feira (23)
Endereço: 
R. João Badúe, 70 – Cidade Tiradentes
Horário de início no Terreiro Odé: 14h
Horário de término no Terreiro Odé: 15h30
Percurso: salão principal e área do jardim

Sinagoga Shalom
Segunda-feira (27)
Endereço: Rua das Fiandeiras, 295 – Itaim
Horário de início na Sinagoga Shalom: 14h
Horário de término na Sinagoga Shalom: 15h30
Percurso: salão principal e jardim

A Biblioteca de Babel

Sexta-feira, 14, às 20h
Sábado, 15, às 20h
Domingo, 16, às 18h
Quarta-feira, 19, às 20h
Quinta-feira, 20 às 20h
Sexta-feira, 21, às 20h
Sábado, 22, às 20h
Domingo, 23, às 18h

Ideia e Conceito: Ismael Ivo e Marcel Kaskeline
Coreografia: Ismael Ivo
Música: Ivan Fedele, György Ligeti, gravação de Kodo, Steve Reich
Cenário: Marcel Kaskeline
Figurinos: Gabriele Frauendorf
Assistente de Figurino: Juliana Andrade
Desenho de Luz: Marco Policastro
Assistente de Coreografia: Valentina Schisa e Elisabetta Violante
Ensaiadoras: Carolina Franco e Roberta Botta

Bailarinos: Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Antônio Adilson Jr., Ariany Dâmaso, Bruno Gregório, Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Harrison Gavlar, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Leonardo Silveira,  Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Márcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Reneé Weinstrof, Uátila Coutinho, Victor Hugo Vila Nova, Victoria Oggiam, Yasser Díaz

Duração aproximada: 70 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 / R$ 12,00 pelo site eventim.com.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

Mais informações:

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO  – 50 anos – 1968-2018

216 Obras coreográficas no repertório
176 Criações originais para o BCSP40 Remontagens de obras criadas para outras companhias
27 Remontagens de obras do repertório do BCSP.
33 Criações originais e 03 remontagens da Cia 2.
27 Participações em óperas.
121 Obras criadas em mostras de coreografia.
07 Obras criadas em mostras e incorporadas ao repertório
58 Premiações
17 Países visitados em 22 anos de turnês internacionais
78 Cidades na Europa, Ásia, Oriente Médio, América do Sul e América do Norte
20 Bailarinos convidados
346 Bailarinos

Balé da Cidade de São Paulo

O Balé da Cidade de São Paulo foi criado em 7 de Fevereiro de 1968. Inicialmente com a proposta de acompanhar as óperas do Theatro Municipal e se apresentar com obras do repertório clássico, teve Johnny Franklin como seu primeiro diretor artístico. Em 1974, sob a direção Antonio Carlos Cardoso, a companhia assumiu o perfil de dança contemporânea, que mantém até hoje. Em todos esses anos, o repertório se definiu com um celeiro de novos vocábulos de dança, inovação de movimento e criação de novas expressões artísticas.

Abrigou um corpo de solistas qualificados que com coreógrafos de alta qualidade marcaram uma época. Suas criações se destacam como inéditas e foram apresentadas com grande sucesso na plataforma nacional e internacional. A bem-sucedida carreira internacional da companhia teve início com a participação na Bienal de Dança de Lyon, França, em 1996. Desde então suas turnês europeias têm sido aclamadas tanto pela crítica especializada quanto pelo público de todos os grandes teatros onde se apresenta.

A longevidade do Balé da Cidade de São Paulo, o rigor e padrão técnico do elenco e equipe artística, atraem os mais importantes coreógrafos brasileiros e internacionais, interessados em criar obras para seus bailarinos e artistas. Atualmente, a companhia tem como diretor artístico o bailarino e coreógrafo Ismael Ivo que também é fundador, diretor e conselheiro do Festival ImPulsTanz, de Viena.

Ismael Ivo
Diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo

É bailarino e coreógrafo. Dirigiu por oito anos o setor Dança na Bienal de Veneza e foi diretor e chefe de coreografia no Theatro Nacional Alemão. Fundador, diretor e conselheiro artístico do Festival ImPulsTanz, de Viena. Diretor e criador do projeto Biblioteca do Corpo. Atuou também como professor convidado da Max Reinhardt Seminar, na Universidade de Música e Artes Performáticas de Viena, e como Diretor Artístico do Prêmio Roma de Coreografia Contemporânea. No Brasil, é diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo.

Exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção” chega ao fim após receber mais de 200 mil visitantes

De Instituto Odeon em 26 de abril de 2019


Evento de encerramento terá apresentação da Estação Primeira de Mangueira, show do grupo Papagaio Sabido, lançamento de livros em homenagem a Martinho da Vila e Bezerra da Silva, entre outras atividades

O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, encerra a temporada de sucesso da exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção” no domingo, 28 de abril, exatamente um ano após a abertura. O evento de encerramento será embalado por uma programação especial, que inclui apresentação da Estação Primeira de Mangueira, show do grupo Papagaio Sabido, lançamento de livros em homenagem a Martinho da Vila e Bezerra da Silva e um Slam que exaltará clássicos desses dois mestres.

Eleita uma das melhores exposições de 2018 pela revista Bravo!, a mostra recebeu um público de cerca de 200 mil pessoas, dentre elas as ilustres presenças de artistas como Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Teresa Cristina, Martinho da Vila, entre outros. A exposição também foi palco de uma série de atividades do museu, como oficinas de criação, conversas de galeria, edições do Conheça o MAR e MAR em LIBRAS.

Com curadoria de Nei Lopes, Clarissa Diniz, Evandro Salles e Marcelo Campos, “O Rio do Samba” conta a história social do samba carioca por meio de 800 itens, entre obras de arte, documentos, objetos e peças de vestuário. Estão em exibição obras de artistas como Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Hélio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara, desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana tocado por João da Baiana e figurino e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição.

Cinco obras comissionadas pelo MAR, criadas especialmente para “O Rio do samba” também fazem parte da mostra. A convite dos curadores, os artistas Ernesto Neto e Leandro Vieira, carnavalesco da Mangueira, criaram uma instalação interativa, que tem lugar de destaque na Sala de Encontro. Jaime Lauriano fez uma intervenção logo na entrada do museu, gravando nas pedras portuguesas do chão dos pilotis os nomes das etnias africanas escravizadas no Brasil. A passarela que leva o visitante à sala de exposições foi tomada por letras de música que falam sobre o próprio samba e ambientada por uma peça sonora criada pelo músico Djalma Corrêa, inspirada nas batidas do coração. Gustavo Speridião ocupa uma parede com obra inspirada na geografia do samba no Rio, e João Vargas apresenta uma videoinstalação sobre o samba enquanto dança do corpo individual e coletivo.

Programação:

– 10h às 17h – Último dia de visitação da exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção”.

Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) | R$ 20 (inteira)

– 14h30 – Lançamento de dois livros idealizados pela FLUP – Festa Literária das Periferias, em parceria com a Funarte. “Conta Forte, Conta Alto” traz 28 contos criados a partir da releitura de canções de Martinho da Vila. Já “90 Anos de Malandragem” reúne 25 narrativas curtas escritas com base no repertório de Bezerra da Silva. Haverá sessão de autógrafos com os autores. Entrada gratuita.

– 15h – Slam do Samba, onde público e autores se revezarão para performar as letras mais marcantes da história do samba e o público dará nota para as performances. Entrada gratuita.

– 16h – Show do grupo Papagaio Sabido.

A banda nasceu em 2013, reunindo as tribos do cancioneiro  nacional, e desde então festeja a música brasileira levando o samba, bossa nova, chorinho, forró e MPB por onde passa. Composto por Alan de Deus, Diego Moreira, Thiago Oliveira, Guilherme Pimenta, Pedro Santos e Thiago Gama; Papagaio Sabido constrói sua identidade sonora na criação autoral, priorizando arranjos bem trabalhados e paralelamente revê grandes autores da cena popular. Entrada gratuita.

– 17h – Samba nos pilotis com a Estação Primeira de Mangueira e participação da Mangueira do Amanhã e Tantinho da Mangueira. Entrada gratuita.

Glamurama – Rigoletto

De Instituto Odeon em 24 de abril de 2019


Após temporada de sucesso na Pinacoteca de São Paulo, “Rosana Paulino: A Costura da Memória” chega ao Museu de Arte do Rio

De Instituto Odeon em 15 de abril de 2019


O Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, estreou no dia 13 de abril a exposição “Rosana Paulino: A Costura da Memória”. Após temporada de sucesso na Pinacoteca, em São Paulo, a maior individual da artista já realizada no Brasil chega à cidade com 140 obras produzidas ao longo dos seus 25 anos de carreira. Assinada por Valéria Piccoli e Pedro Nery, curadores do museu paulistano, a mostra reúne esculturas, instalações, gravuras, desenhos e outros suportes, que evidenciam a busca da artista no enfrentamento com questões sociais, destacando o lugar da mulher negra na sociedade brasileira.

Rosana Paulino surge no cenário artístico nos anos 1990 e se distingue, desde o início de sua prática, como voz única de sua própria geração. Os trabalhos selecionados, realizados entre 1993 e 2018, mostram que sua produção tem abordado situações decorrentes do racismo e dos estigmas deixados pela escravidão que circundam a condição da mulher negra na sociedade brasileira, bem como os diversos tipos de violência sofridos por esta população.

Um dos destaques da mostra é a “Parede da Memória”. Realizada quando a artista ainda era estudante, a instalação é composta por 11 fotografias da família Paulino que se repetem ao longo do painel, formando um conjunto de 1.500 peças. As fotos são distribuídas em formatos de “patuás” – pequenas peças usadas como amuletos de proteção por religiões de matriz africana. O mural se transforma em uma denúncia poética sobre a invisibilidade dos negros e negras que não são percebidos como indivíduos. Quando os 1.500 pares de olhos são postos na parede, “encarando” as pessoas, eles deixam de ser ignorados.

A exposição também conta com uma série lúdica de desenhos feitos por Rosana Paulino, na qual a artista revela sua fascinação pela ciência e, em especial, pela ideia da vida em eterna transformação. Os ciclos da vida de um inseto são feitos e comparados com as mutações no corpo feminino, por exemplo. A instalação Tecelãs (2003), composta de cerca de 100 peças em faiança, terracota, algodão e linha, leva para o espaço tridimensional o tema da transformação da vida explorado nos desenhos.

Em alguns de seus trabalhos a relação de ciência e arte é destacada, como em Assentamento (2013). A série retrata gravuras em tamanho real de uma escrava feitas por Ausgust Sthal para a expedição Thayer, comandada pelo cientista Louis Agassiz, que tinha como objetivo mostrar a superioridade da raça branca às demais. Para Paulino, “a figura que deveria ser uma representação da degeneração racial a que o país estava submetido, segundo as teorias racistas da época, passa a ser a figura de fundação de um país, da cultura brasileira. Essa inversão me interessa”, finaliza a artista.  

Sobre Rosana Paulino

Doutora em artes visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP, é especialista em gravura pelo London Print Studio, de Londres e bacharel em gravura pela ECA/USP. Foi bolsista do programa bolsa da fundação Ford nos anos de 2006 a 2008 e CAPES de 2008 a 2011. Em 2014 foi agraciada com a bolsa para residência no Bellagio Center, da fundação Rockefeller, em Bellagio, Itália. 

Como artista vem se destacando por sua produção ligada a questões sociais, étnicas e de gênero. Seus trabalhos têm como foco principal a posição da mulher negra na sociedade brasileira e os diversos tipos de violência sofridos por esta população decorrente do racismo e das marcas deixadas pela escravidão. 

Possui obras em importantes museus tais como MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo; UNM – University of New Mexico Art Museum e Museu Afro-Brasil – Pão Paulo.

The Guardian indica Museu de Arte do Rio como um dos 10 lugares que turistas precisam visitar na cidade

De Instituto Odeon em 8 de abril de 2019


Em matéria publicada no dia 5 de abril de 2019, o jornal britânico The Guardian indicou o Museu de Arte do Rio como um dos 10 lugares que turistas precisam conhecer na cidade. O correspondente do jornal, Dom Phillips, destacou a relevância histórica das exposições exibidas, além da arquitetura do prédio e do terraço do museu, que oferece uma vista única da Praça Mauá, Baía de Guanabara e arredores.

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A Sagração da Primavera com o Balé da Cidade de São Paulo retorna em abril ao Municipal

De Instituto Odeon em 31 de março de 2019


O espetáculo que marcou o cinquentenário do Balé da Cidade de São Paulo retorna em 2019. A Sagração da Primavera estreia mais uma temporada, com oito apresentações, no dia 4 de abril às 20h. As sessões ainda ocorrem nos dias 5, 6, 11, 12, 13, à 20h, e nos domingos, 7 e 14, às 18h.

A ideia e o conceito são do diretor artístico da companhia Ismael Ivo e Marcel Kaskeline que também assina a cenografia do espetáculo. A composição de Igor Stravinsky será executada pela Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Na regência, se revezam o maestro titular da OSM Roberto Minczuk  e o regente convidado Wagner Polistchuk. Figurinos de Gabriele Frauendorf e iluminação de Marisa Bentivegna.

Em sua montagem original, A Sagração da Primeira, trata do ritual ao deus da primavera. A composição de Igor Stravinsky, coreografada por Vaslav Nijinsky, teve uma estreia tumultuada em 29 de maio de 1913 no Théâtre des Champs-Elysées, em Paris, quando desafiou as convenções estéticas devido a uma música ritmicamente complexa e uma coreografia provocante.

A produção que reestreia no Theatro Municipal se distancia da montagem original ao propor uma reflexão atual das questões ambientais. Em todo o espetáculo, pétalas de rosa cairão. O fluxo se intensifica à medida que a Sagração se desenvolve. “A beleza que se introduz com uma suave chuva de pétalas, dá lugar a uma tempestade, num delírio incessante e incontrolável. Os bailarinos passam a ter muita dificuldade para dançar e o que era bonito, vira uma tortura. Funciona como uma metáfora e uma forma de alarme ao desequilíbrio das condições ambientais”, afirma Ismael Ivo. Ao todo, são 650 mil pétalas artificiais revestidas de veludo que caem e enchem de beleza o palco do Theatro.

Os bailarinos executam uma coreografia que remete ao primitivo, mas ao mesmo tempo sensual, embalados pela música intensa e tribal de Stravinsky. “Tivemos o Gustav Mahler que usou uma orquestração enorme, mas o Igor Stravinsky levou isso a uma outra dimensão, porque além da quantidade de músicos, tem a variedade de instrumentos que utiliza, como as tubas wagnerianas. Isso porque ele quis criar uma sonoridade ultra-agressiva, que soasse moderna, inovadora, jamais ouvida antes para fazer referência a um sacrifício”, explica o maestro Roberto Minczuk.

Prólogo

No prólogo dos espetáculos, os bailarinos executam uma performance ao som de Fire and Frost Pattern, de Andreas Bick, por 15 minutos. Por meio da composição, é possível ouvir sons que remetem a atividades vulcânicas e degelo.  

Os ingressos para A Sagração da Primavera variam de R$ 12 a R$ 80. A classificação indicativa do espetáculo é 14 anos.

O Balé da Cidade de São Paulo completou 50 anos em 2018. A temporada comemorativa com espetáculos em homenagem ao Caetano Veloso, David Bowie, além da Sagração da Primavera e apresentações no Theatro Municipal de São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Auditório Ibirapuera, foi um enorme sucesso de público com cerca de 40 mil pessoas presentes. Para 2019, a companhia já está iniciando a montagem de um espetáculo inédito com estreia ainda no primeiro semestre. 

Serviço:

ABRIL

Quinta-feira, 04, às 20h
Sexta-feira, 05, às 20h
Sábado, 06, às 20h
Domingo, 07, às 18h

Quinta-feira, 11, às 20h
Sexta-feira, 12, às 20h
Sábado, 13, às 20h
Domingo, 14, às 18h

A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA
Balé da Cidade de São Paulo
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

PRÓLOGO
Música: Andreas Bick (trilha gravada)
Ismael Ivo: Coreografia
Duração: 15 minutos

A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA

Duração: 45 minutos

Música: Igor Stravinsky
Roberto Minczuk: Regente
Wagner Polistchuk: Regente convidado
Ismael Ivo: Coreografia
Elisabetta Violante: Ensaiadora
Marcel Kaskeline: Cenografia
Gabriele Frauendorf: Figurino
Desenho de Luz: Marisa Bentivegna

Duração total aproximada: 60 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 / R$ 12,00 pelo site eventim.com.br ou na bilheteria do Theatro Municipal

Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

Mais informações:

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO  – 50 anos – 1968-2018

216 Obras coreográficas no repertório
176 Criações originais para o BCSP40 Remontagens de obras criadas para outras companhias
27 Remontagens de obras do repertório do BCSP.
33 Criações originais e 03 remontagens da Cia 2.
27 Participações em óperas.
121 Obras criadas em mostras de coreografia.
07 Obras criadas em mostras e incorporadas ao repertório
58 Premiações
17 Países visitados em 22 anos de turnês internacionais
78 Cidades na Europa, Ásia, Oriente Médio, América do Sul e América do Norte
20 Bailarinos convidados
346 Bailarinos

Balé da Cidade de São Paulo

O Balé da Cidade de São Paulo foi criado em 7 de Fevereiro de 1968. Inicialmente com a proposta de acompanhar as óperas do Theatro Municipal e se apresentar com obras do repertório clássico, teve Johnny Franklin como seu primeiro diretor artístico. Em 1974, sob a direção Antonio Carlos Cardoso, a companhia assumiu o perfil de dança contemporânea, que mantém até hoje. Em todos esses anos, o repertório se definiu com um celeiro de novos vocábulos de dança, inovação de movimento e criação de novas expressões artísticas.

Abrigou um corpo de solistas qualificados que com coreógrafos de alta qualidade marcaram uma época. Suas criações se destacam como inéditas e foram apresentadas com grande sucesso na plataforma nacional e internacional. A bem-sucedida carreira internacional da companhia teve início com a participação na Bienal de Dança de Lyon, França, em 1996. Desde então suas turnês europeias têm sido aclamadas tanto pela crítica especializada quanto pelo público de todos os grandes teatros onde se apresenta.

A longevidade do Balé da Cidade de São Paulo, o rigor e padrão técnico do elenco e equipe artística, atraem os mais importantes coreógrafos brasileiros e internacionais, interessados em criar obras para seus bailarinos e artistas. Atualmente, a companhia tem como diretor artístico o bailarino e coreógrafo Ismael Ivo que também é fundador, diretor e conselheiro do Festival ImPulsTanz, de Viena.

Ismael Ivo
Diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo

É bailarino e coreógrafo. Dirigiu por oito anos o setor Dança na Bienal de Veneza e foi diretor e chefe de coreografia no Theatro Nacional Alemão. Fundador, diretor e conselheiro artístico do Festival ImPulsTanz, de Viena. Diretor e criador do projeto Biblioteca do Corpo. Atuou também como professor convidado da Max Reinhardt Seminar, na Universidade de Música e Artes Performáticas de Viena, e como Diretor Artístico do Prêmio Roma de Coreografia Contemporânea. No Brasil, é diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo e também exerce a função de Curador Artístico do Projeto Qualificação em Dança, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

Orquestra Sinfônica Municipal

A história da Sinfônica Municipal se confunde com a da música orquestral em São Paulo, com participações memoráveis em eventos como a primeira Temporada Lírica Autônoma de São Paulo, com a soprano Bidú Sayão; a inauguração do Estádio do Pacaembu, em 1940; a reabertura do Theatro Municipal, em 1955, com a estreia da ópera Pedro Malazarte, regida pelo compositor Camargo Guarnieri; e a apresentação nos Jogos Pan-Americanos de 1963, em São Paulo. Estiveram à frente da Orquestra os maestros Arturo de Angelis, Zacharias Autuori, Edoardo Guarnieri, Lion Kaniefsky, Souza Lima, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi e John Neschling. Roberto Minczuk é o atual regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal (OSM).

Roberto Minczuk
Maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

Fez sua estreia internacional à frente da Filarmônica de Nova York. Depois disso, regeu mais de 100 orquestras internacionais. Foi diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, diretor artístico adjunto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sendo o primeiro artista a receber o Prêmio ConcertArte, de Ribeirão Preto. Venceu o Grammy Latino e foi indicado ao Grammy Americano com o álbum Jobim Sinfônico. Atualmente, é maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal, maestro emérito da Orquestra Sinfônica Brasileira, da qual foi regente titular de 2005 a 2015, e maestro emérito da Orquestra Filarmônica de Calgary, no Canadá.

Wagner Polistchuk
Regente convidado

Regente principal da Orquestra Sinfônica da USP de 2012 a 2014, o maestro Wagner Polistchuk foi Diretor artístico da Camerata Antiqua, de Curitiba, entre os anos 2009 e 2011, regente adjunto da Orquestra Sinfônica de Santo André, Diretor Artístico e Regente Titular da Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Apresenta-se à frente de importantes orquestras brasileiras como a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. No exterior, se apresentou com a Orquestra Sinfônica de Mendoza, na Argentina; a Orquestra Sinfônica Nacional, no Peru; a Hermitage Orchester, na Suíça e a Orquestra Sinfônica da Universidad Autónoma de Nueva León, no México; e a Filarmônica de Kielce, na Polônia.



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