Site RG – Peça Para Adultos Feita Por Crianças

De Instituto Odeon em 2 de julho de 2019


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O Estado de São Paulo – Novos Modernistas

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O Estado de São Paulo – A Biblioteca de Babel

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Alessandro Sangiorgi é o novo regente assistente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em 1 de julho de 2019


Alessandro Sangiorgi | Foto: Isabel Senatore

Além de Itália e Brasil, Alessandro já regeu em países como Bélgica, Bulgária, Croácia, Holanda, Israel, Rússia, entre outros. 

O Theatro Municipal de São Paulo anuncia Alessandro Sangiorgi como novo regente assistente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSM). Natural da Itália, Alessandro iniciou seus trabalhos no Brasil em 1990, no próprio Municipal como maestro assistente e maestro residente da OSM. Atualmente é diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina/OSUEL (Londrina/PR).

No Brasil regeu também orquestras como a Sinfônica do Estado de São Paulo,  Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Orquestra Experimental de Repertório (corpo artístico da Fundação Theatro Municipal de São Paulo) e Sinfônica do Teatro da Paz (Belém).

Entre as orquestras internacionais em que atuou, estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor, com a qual realizou turnês  no Japão. Sangiorgi também fez uma turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi. 

Recentemente, Alessandro voltou ao Teatro Municipal de São Paulo com a ópera “Pelleas et Melisande”, de Claude Debussy, encenada em outubro de 2018. O novo regente assistente trabalhará em conjunto com o atual maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Roberto Minczuk.

Mais informações:

Maestro Alessandro Sangiorgi

Nascido em Ferrara, Itália, formou-se em piano pelo Conservatório de Milão,  e especializou-se em composição e regência. Além de Itália e Brasil, regeu em países como Bélgica, Bulgária, Croácia, Holanda, Israel, Japão, República Checa, Eslováquia, Rússia, Sérvia e Suíça.

Pelos méritos artísticos realizados no exterior foi agraciado na Itália com o título de “Cavaliere dell’Ordine della Solidarietà”.

Atualmente é diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina/OSUEL (Londrina/PR), regente titular da Ópera Orchestra Curytiba e da orquestra Ladies Ensemble.

No Brasil iniciou seus trabalhos em 1990, no Theatro Municipal de São Paulo, como maestro assistente e maestro residente realizando apresentações de óperas, concertos sinfônicos e balés. De 1995 a 1998 trabalhou como principal regente convidado da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu  várias apresentações de óperas e balés. Durante os anos de 2002/2010 foi regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná (Curitiba/Paraná), executando amplo repertório sinfônico, estreias mundiais e montagens de óperas, como “La Bohème”, “Gianni Schicchi”, “La serva padrona”, “Don Giovanni”, “Rigoletto”, “La Traviata” e “Carmen”.

No Brasil regeu também a Sinfônica do Estado de São Paulo,  Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Sinfônica da Bahia, Experimental de Repertório, Sinfônica Municipal de Campinas, Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Petrobras Sinfônica, Camerata Antiqua de Curitiba.

Entre as orquestras internacionais em que atuou estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor com a qual realizou turnês  no Japão, incluindo Bunka Kaikan Hall, em Tóquio.

Realizou turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi. Também apresentou-se no prestigioso Teatro da Ópera de Roma (Itália) com o balé “La Sylphide”, regeu a Orquestra Sinfônica de Krasnoyarsk (Rússia), foi Guest Conductor no Teatro Nacional de Bratislava (Eslováquia), regendo “Cavalleria Rusticana” de Mascagni, “Pagliacci” de Leoncavallo e “Lucrezia Borgia” de Donizetti.

De 2006 a 2009 foi Chief Visiting Conductor no Teatro Nacional de Belgrado (Sérvia), regendo as óperas “La Traviata”, “Un ballo in maschera” e “Il Trovatore”, “La Bohème”, “L’italiana in Algeri”, “Don Pasquale”.

De 2006 a 2009 foi também Guest Conductor do Teatro Nacional da Moravia-Silesia (República Tcheca), realizando montagens de óperas e regendo temporadas com “Manon Lescaut” de Puccini, “Pagliacci” de Leoncavallo, “La Lupa” de Tutino e a estreia mundial de “Il soffio delle fate” de Filippo Zigante.

Recentemente estreou no Teatro São Pedro (São Paulo) com a ópera “Iphigenie en Tauride” de Gluck, voltou ao Teatro Municipal de São Paulo com a ópera “Pelleas et Melisande” de Debussy e ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera “Cavalleria Rusticana” de Mascagni.

Peça Para Adultos Feita Por Crianças tem apresentação única no palco do Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em


Foto João Caldas

Com direção de Elisa Ohtake, 5 crianças atuam e inventam brincadeiras para adultos contra a chatice e antropocentrismo. Espetáculo acontece no dia 24, às 20h. Os ingressos custam R$5.

Em sua Temporada de 2019, o Theatro Municipal de São Paulo, sob a direção artística de Hugo Possolo, está aberto a novas linguagens artísticas. Toda última segunda-feira do mês tem peças de teatro, é o novo projeto Teatro no Municipal. No mês de junho, o público poderá assistir o espetáculo Peça para Adultos Feita por Crianças. A apresentação única acontece no dia 24, às 20h. Os ingressos custam R$ 5.

Com concepção e direção de Elisa Ohtake, a peça é feita por cinco crianças que mergulham no mundo de Hamlet. Elas atuam, dançam e inventam brincadeiras para adultos contra a chatice, o antropocentrismo e até mesmo o sentimento de morte em vida. O elenco é formado por  Davi Hamer, Felipe Bisetto, Joana Arantes, Michel Felberg, Vitória Reich.

Nos últimos 15 minutos da peça, o ator Paulo César de Campos (Pereio) entra em cena. “A escolha de Pereio, grande ator aparentemente oposto ao mundo infantil, é crucial, ele é deslocado de seu ambiente habitual para outras complexidades poderem acontecer. Há forças no mundo pedindo outras configurações e uma das questões principais do pensamento filosófico de hoje é saber como ultrapassar a figura chata do homem, que esteja para além da ideia egoísta de indivíduo”, explica a diretora Ohtake, que escreveu a obra juntamente com as crianças. “A peça vasculha como o mundo infantil pode potencializar o mundo adulto e vice versa, passando longe de banalizações como “infantilização do adulto” ou “adultização das crianças”. A pesquisa está em dar espaço para o devir adulto e o devir criança acontecerem“, conclui Elisa Ohtake.

Teatro no Municipal

O Teatro no Municipal é um projeto que busca retomar as peças teatrais à programação regular de um dos palcos mais importantes de São Paulo. A curadoria se baseia em montagens profissionais que já tenham estado em cartaz, mas agora poderão ser vistas a R$ 5.  As produções retratam a diversidade da produção teatral, com foco na representatividade.

No próximo mês (julho), é a vez do Gota D’Água Preta, que se utiliza de uma traição conjugal para falar de questões raciais, sociais e de classes, também tendo como cenário a realidade do País. No elenco está Juçara Marçal no papel de Joana, uma mulher sofrida que mora num conjunto habitacional e está prestes a ser despejada com os dois filhos; Jé Oliveira como Jasão, um jovem sambista e ex-marido de Joana que está noivo de Alma. Essa, por sua vez, é filha de um corrupto.

Encerrando a primeira temporada do projeto Teatro no Municipal é a vez do espetáculo Mississipi (agosto) que apresenta a Praça Roosevelt em três períodos diferentes — 1999, 2009 e 2019 — tendo como pano de fundo o retrato político e social do Brasil nas épocas retratadas. A produção é da companhia de teatro “Os Satyros”, um dos responsáveis por transformar a paisagem deste local no centro de São Paulo.

Serviço:

24, segunda | 20h
Teatro no Municipal
Peça Para Adultos Feita por Crianças

Concepção e direção: Elisa Ohtake
Dramaturgia: Elisa Ohtake + elenco
Elenco: Davi Hamer, Felipe Bisetto, Joana Arantes, Michel Felberg, Vitória Reich
Performance especial: Paulo Cesar Pereio
Assistente de direção: Camila Urbano
Cenário: Elisa Ohtake + elenco
Figurinos: Elisa Ohtake + Cesar Rezende
Objetos de cena: Elisa Ohtake
Sonoplastia: Elisa Ohtake + Cella Azevedo
Luz: PaduPalmário e Vini Hideki
Som: Luiza Jaffé
Contra regra performático: Jonas Lumazini, Victor Abrahão, Luiza Jaffé
Cenotecnia: Cesar Rezende
Fotos: João Caldas
Projeto gráfico: Mariana Fix
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro
Produção executiva: Stella Marini e Elisa Ohtake
Direção de produção: Stella Marini

Local: Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/nº
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 10 anos
Ingressos: R$ 5,00 preço único pelo site www.theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

* Programação sujeita a alterações.

Ópera Rigoletto estreia em julho no Theatro Municipal de São Paulo

De Instituto Odeon em


Desenho de um dos cenários projetados por Nicolás Boni para a ópera Rigoletto

Com direção cênica de Jorge Takla e direção musical do maestro Roberto Minczuk, ópera de Giuseppe Verdi traz temas como assédio, vingança, maldição e poder.

A temporada lírica de 2019 do Theatro Municipal de São Paulo traz uma das óperas mais importantes do romantismo italiano, Rigoletto de Giuseppe Verdi.  Com direção cênica de Jorge Takla e musical do maestro Roberto Minczuk, a estreia acontece no dia 20 de julho, às 20h. As récitas seguem nos dias 23, 24, 26, 27 e 30, sempre às 20h, e nos domingos 21 e 28 às 18h.

A ópera em três atos, com libreto de Francesco Maria Piave, é baseada na peça Le rois’amuse (O Rei se Diverte) de Victor Hugo e faz parte da chamada trilogia popular de Verdi (junto a Il Trovatore e La Traviata). Rigoletto é um bufão corcunda da corte, de língua afiada e mordaz que serve ao Duque de Mântua, um libertino incontrolável.  Rigoletto mantém escondida em casa sua única filha que tem permissão de sair somente para ir à missa. E é exatamente na missa que Gilda, a filha do bufão, conhece o insaciável Duque (que se apresenta para a jovem como um pobre estudante). Os cortesãos num gesto de vingança pelas piadas do bufão sequestram sua filha que será depois abusada pelo próprio Duque. O bufão decide se vingar, mas uma maldição ronda sua vida e fará com que toda a tragédia se complete.

O elenco conta com grandes cantores da cena lírica internacional. No papel de Rigoletto, se revezam os barítonos Fabián Veloz, argentino eleito pela Associação de Críticos Musicais da Argentina como o melhor cantor lírico de 2018, e Rodrigo Esteves, brasileiro radicado na Espanha, com passagem por diversos Teatros na Europa e que faz sua estreia no papel de Rigoletto. Como Duque de Mântua, teremos o tenor Fernando Portari que já interpretou o mesmo papel em mais de 50 apresentações e, em 2019, completa 30 anos de carreira. Alterna com ele, o tenor argentino Darío Schumunck também já experiente no papel. Como Gilda, a jovem soprano russa Olga Pudova, que recentemente esteve nas produções de Lucia di Lammermoor e Les Contes d’Hoffmann na Bayerische Staatsoper de Munique; e Carla Cottini, soprano brasileira que vive em Berlim e interpretará Gilda pela primeira vez em sua carreira.

Todas as apresentações contam com a performance da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência do maestro Roberto Minczuk, e do Coro Lírico Municipal de São Paulo, preparado pelo maestro Mário Zaccaro.

Encenando Rigoletto

Rigoletto estreou no La Fenice em Veneza, em 11 de março de 1851. Uma produção polêmica para a época, inspirada na peça O Rei se diverte de Victor Hugo que retratava um monarca libertino que explorava o seu criado corcunda, totalmente complexado por sua condição.  A peça, que já havia sido banida dos palcos franceses por ofender a monarquia, sofreu também censura em sua adaptação operística. Verdi insistiu (chegou a pedir ao libretista Piave que percorresse Veneza para tentar encontrar uma pessoa influente que ajudasse a liberar o texto) e acaba por adaptar o local da ação, ao invés da França o enredo se passaria em Mântua na Itália; e o Rei, seria substituído por um Duque.

Segundo o próprio Verdi, numa carta ao libretista, “todo o argumento da ópera está nessa maldição que também se torna moral: no início, um pai infeliz que lamenta a honra tirada de sua filha é ridicularizado pelo bufão da corte. Em desespero, o pai o amaldiçoa. A maldição persegue então o bufão de uma forma assustadora. Me parece grandioso.”

Jorge Takla, que já dirigiu cerca de 20 óperas e este ano completa 30 anos de direção apenas na cena lírica, considera os temas abordados pelo libreto de Rigoletto atuais e flagrantes de nossa perene condição humana. Assédio, cárcere privado, corrupção, vingança, estupro. Por isso prefere criar uma montagem que se passa no tempo sugerido pelo libreto: o século 16. “A obra essencialmente aborda o amor paterno, nada mais atual e eterno. Seria redundante e gratuito atualizá-la”, explica.

Para o maestro Roberto Minczuk, diretor musical da produção e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a música é o grande trunfo que conduz o enredo “Rigoletto foi considerada revolucionária na época e estabelece uma transformação no estilo de composição do Verdi. Ele passa a compor de forma menos fragmentada e a estabelecer um fluxo contínuo da música e da história, mesclando de forma única a narrativa musical com a ação dramática”.

Para Hugo Possolo, diretor artístico do Theatro Municipal, “essa encenação visa ampliar a vocação dessa casa para ópera, trazendo por meio dessa obra consagrada, uma temática relevante para o mundo contemporâneo ao falar de abuso sexual como arma de manipulação de poder.”

A ópera tem uma das árias mais famosas do repertório lírico, La Donna è Mobile, uma melodia tão impregnante que a Gazeta de Veneza escreveu que já na noite da estreia podia-se ouvir pessoas cantarolando pelas vielas de Veneza. Outras passagens musicais desta ópera entraram também para as listas das mais ouvidas árias e grupos de todos os tempos, como a Caro Nome cantada por Gilda e o quarteto Bella Figlia DellAmore.

O cenário está sendo produzido no Brasil pelo premiado cenógrafo Nicolás Boni. O figurino conta com mais de 100 peças produzidas com o requinte que a época pede pelo figurinista Fábio Namatame.

Os ingressos para Rigoletto variam de R$ 20 a R$ 120 e serão vendidos pelo site do Theatro Municipal (www.theatromunicipal.org.br) ou na bilheteria. Uma pré-venda para assinantes será realizada de 17 a 19 de junho e para o público geral a partir do dia 20.  A ópera é a segunda da Temporada Lírica 2019 após O Barbeiro de Sevilha que estreou em fevereiro.

Serviço:

julho

Sábado, 20, às 20h
Domingo, 21, às 18h
Terça-feira, 23, às 20h
Quarta-feira, 24, às 20h
Sexta-feira, 26, às 20h
Sábado, 27, às 20h
Domingo, 28, às 18h (Com audiodescrição)
Terça-feira, 30, às 20h

RIGOLETTO
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Coro Lírico
Regente – Roberto Minczuk
Direção Cênica – Jorge Takla
Cenários – Nicolás Boni
Figurinos – Fabio Namatame
Desenho de Luz – Ney Bonfanti
Coreografia – Anselmo Zolla

Elenco:
Rigoletto (barítono) – Fabian Veloz/Rodrigo Esteves
Duque de Mântua (tenor) – Fernando Portari/Dario Schmunck
Gilda (soprano) – Olga Pudova/Carla Cottini
Maddalena (mezzo soprano) – Juliana Taino/Magda Painno
Sparafucile (baixo) –  Luiz Ottavio-Faria
Conde Monterone ( barítono) – Davi Marcondes
MatteoBorsa (tenor) – Eduardo Trindade
Marullo (barítono) – Wladimyr Carvalho
Conde Ceprano (barítono) – Daniel Lee
Condessa Ceprano (mezzo soprano) – Carla Rizzi
Giovanna (soprano) – Karen Stephanie
Pajem (soprano) – Ludmilla Thompson
Oficial (baixo) – Andrey Mira

Duração aproximada: 2 horas e 30 minutos, em 3 atos
Indicação etária: 12 anos
Ingressos: R$ 120 / R$ 80 / 20 pelo site theatromunicipal.org.br ou na bilheteria do Theatro Municipal
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, esábados e domingos, das 10h às 17h.



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