Está aberta a chamada para Comunicações da VII Jornada de Educação e Relações Étnico-Raciais do MAR

De Instituto Odeon em 28 de outubro de 2019


De 26 a 30 de novembro será realizada a VII Jornada de Relações Étnico-raciais do MAR. O programa anual convida professores, educadores e pesquisadores a submeterem resumos de comunicações orais para a Jornada, que acontecerá no museu e no IFRJ, Campus São Gonçalo.

O seminário tem como objetivo a troca de experiências e reflexões sobre como a arte e a cultura podem contribuir para a construção de uma educação inclusiva, plural, democrática e antirracista.

Realizada desde 2013, a Jornada de Educação e Relações Étnico-Raciais do MAR é uma ação do Programa de Formação com Professores, que integra a programação da Escola do Olhar dedicada ao mês da Consciência Negra. É composta de laboratórios, apresentações de pesquisas, projetos e trabalhos em desenvolvimento ou já realizados em espaços escolares e não escolares de educação. O encontro conta também com um dia inteiro dedicado a conferências e mesas de debate com convidados que dialogam com os campos da educação, cultura, arte, literatura, direitos humanos, cultura afro-brasileira e história da África.

*Programação completa em breve!

As comunicações acontecem presencialmente no dia 26 de novembro, das 10h às 17h, e podem ser inscritas até às 23h59 do dia 11 de novembro pelo e-mail jornada@museudeartedorio.org.br.


Confira a Chamada para Comunicações da VII Jornada de Relações Étnico-Raciais do MAR

Theatro Municipal estreia opereta A Viúva Alegre com direção de Miguel Falabella e apresentações a R$ 20

De Instituto Odeon em 18 de outubro de 2019


A trama da opereta A Viúva Alegre tem três atos e se passa em Paris, em 1905. Foto Rafael Salvador

Montagem estreia no próximo dia 14, será encenada em português e fica em cartaz até o dia 24 de novembro; Ao todo serão 10 récitas, sendo que as apresentações aos domingos terão valor único de R$ 20 para todos os setores

A temporada lírica 2019 do Theatro Municipal de São Paulo se encerra com a divertidíssima opereta “A Viúva Alegre”, de Franz Lehár, e libreto original de Viktor Léon e Leo Stein, numa montagem inédita e exclusiva em português. Miguel Falabella, um dos diretores mais populares e ecléticos do Brasil, assina a tradução, versão e direção cênica. A produção tem o maior número de récitas do ano, ao todo são 10, sendo a estreia no dia 14 de novembro, às 20h. As apresentações seguem até o dia 24, sendo de terça a sábado, sempre às 20h, e aos domingos, às 18h. Os ingressos custam de R$ 20,00 a R$ 120,00 e podem ser adquiridos a partir de 18 de outubro, pela internet, no site theatromunicipal.org.br, ou na bilheteria do próprio Theatro. Especialmente para as récitas de 17 e 24 de novembro (domingos), o ingresso terá preço único de R$ 20,00 para todos os setores e a venda será exclusiva na bilheteria do Theatro, a partir das 12h no dia do espetáculo – e a apresentação do dia 24 ainda terá recurso de audiodescrição.

O convite a Miguel Falabella partiu do diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo, Hugo Possolo, que ao trazer um grande nome da televisão e do teatro brasileiro para dirigir A Viúva Alegre quer aproximar novos públicos do gênero ópera, reforçando a missão do municipal como um bem cultural acessível e democrático. “A visão dele em imprimir novos públicos ao Municipal tem muita sincronia com o nosso pensamento de trazer uma obra de alcance popular. O nome ‘Falabella’ pode gerar um interesse naqueles que não conhecem o Theatro em frequentar a casa. Sem contar que A Viúva Alegre é uma história que tem uma música de alta qualidade, muito divertida, será realizada em português e isso já possibilita um diálogo maior”, ressalta Possolo.

A grande estreia de Miguel Falabella no Theatro Municipal de São Paulo será como diretor. Esta também é a primeira opereta/ópera da sua carreira. Ele que é um artista de renome, eclético em suas facetas como ator, diretor, dramaturgo, cineasta, dublador e uma das personalidades brasileiras mais conhecidas do teatro e da televisão, também é um fã de ópera e já assistiu a diversas produções em suas viagens para o exterior. “Meu avô era italiano e antes de falar, eu já ouvia ópera. Cresci ouvindo grandes nomes como Renata Tebaldi, Victoria de Los Angeles… O desejo de todos nós é ampliar a acessibilidade ao Theatro. Eu quero usar a minha imagem para popularizar e dizer venham! O Theatro é nosso. Estou profundamente emocionado por trabalhar com pessoas que tenho o maior respeito do mundo”, completa Falabella.

À frente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo está o maestro assistente Alessandro Sangiorgi, que também assina a direção musical. “ A Viúva Alegre considerada a primeira e a mais popular entre todas as operetas, inclui todas as características que se possam desejar em uma obra deste gênero: vivacidade e elegância, situações cômicas e românticas, danças que na época estavam na moda, enfim, Lehar conseguiu uma operação musical impecável”, afirma.

O Coro Lírico Municipal de São Paulo será preparado pelo maestro titular Mário Zaccaro e pelo assistente Sergio Wernec. A cenografia é de Zezinho Santos e Turíbio Santos (Santos & Santos), figurinos de Lígia Rocha e Marco Pacheco. Desenho de luz de Guillermo Herrero, coreografia de Fernanda Chamma e visagismo de Dicko Lorenzo.

A montagem do Municipal tem dois elencos. No papel da viúva alegre e insinuante Hannah Glawari se revezam as sopranos Camila Titinger e Marianna Lima. Como o playboy aristocrata, Conde Danilo, estão Rodrigo Esteves e Daniel Germano. O ator e barítono Sandro Christopher e o baixo Saulo Javan interpretam o pomposo Barão Mirko Zeta. A soprano Lina Mendes, que também está em cartaz com o musical O Fantasma da Ópera, vai dar vida juntamente com Amanda Souza (soprano) a ingênua Valenciana, esposa do Barão Mirko Zeta. Os tenores Anibal Mancini e Luciano Botelho serão o jovem francês ardente Camillo (Conde de Rosillon) que é apaixonado por Valenciana. Ainda na produção, Adriano Tunes é NjégusJohnny França como Visconde de CascadaCaio Duran no papel de Raul de St. BriocheDavid Marcondes é BogdanowitschEdna D’Oliveira sendo SilviaMárcio Marangon vive o Kromow e Andreia Souza sobe ao palco como Olga.

A Viúva Alegre
A trama em três atos se passa em Paris, em 1905. O Barão Zeta, embaixador de Pontevedro – um pequeno reino fictício – oferece uma festa na embaixada para recepcionar Hannah Glawari, jovem, bela e rica viúva. O objetivo é evitar que ela se case com alguém que não seja do pequeno reino para manter a fortuna no próprio país, evitando a quebra das finanças locais.

No passado, a Viúva Alegre teve uma decepção amorosa com o Conde Danilo e acabou se casando com um milionário bem mais velho que veio a falecer. Em um plano arquitetado pelo próprio barão, o conde é convidado para a celebração, mas o antigo casal acaba se desentendendo.

Com a ajuda das esposas dos amigos do Barão – velhos militares e diplomatas pontevedrianos – os vários pretendentes da Viúva são desviados de seu foco. O objetivo é provocar a reconciliação de Hannah com o Conde Danilo, com a ajuda das “esposas exemplares” que flertam com os jovens num divertido jogo de sedução, deixando o caminho livre para o reencontro dos dois amantes que finalmente fazem as pazes.

Cenário Fovista
Todos os três atos da opereta A Viúva Alegre se passam em festas, sendo o primeiro uma celebração na embaixada de Pontevedro, o segundo no jardim da residência da viúva e o terceiro no salão de baile da mesma casa. O conceito criado por Miguel Falabella e os arquitetos Zezinho Santos e Turíbio Santos se baseiam no movimento cultural do fovismo que também surgiu no início do século 20, assim como a opereta, e também foram considerados “trabalhos menores”. A Viúva chegou a ser classificada como obscena em suas primeiras semanas e o fovismo, uma “arte boba”. Anos depois, a produção se torna um sucesso e atualmente ninguém mais descaracteriza os artistas fovistas.

“É um espetáculo popular, não é popularesco, é divertido, engraçado. Eu vou fazer uma viúva fovista, com uma paleta de cores que é uma explosão. A plateia vai ficar encantada porque realmente o impacto visual é muito grande. É uma noite divertida no Theatro”, afirma Falabella. O movimento fovista exaltou o colorido brutal em suas pinturas, usando exclusivamente as cores puras.

No cenário, o fovismo ganha destaque numa parede florida e extremamente colorida, com mais de 50 mil flores artificiais, que provocarão este deslumbramento e impacto no público, preenchendo o palco durante toda a opereta. “A parede florida é o elemento que une os três atos e optamos por poucos elementos cênicos que marquem onde os personagens estão, na embaixada, no jardim, no salão de baile da viúva”, explica Zezinho Santos que junto com Turíbio Santos realizam o primeiro trabalho para o Theatro Municipal de São Paulo.

Figurinos
Quem também faz sua estreia no Municipal é a figurinista Lígia Rocha que assina a criação das peças juntamente com Marco Pacheco. Também influenciada pelo fovismo, as roupas terão cores intensas e como a obra se passa no século 20 e em festas, as mulheres usarão vestidos com volumes na parte de trás que formarão até mesmo uma anca, decotes, uma cintura bem marcada, rendas, brilhos e tiaras. As mangas também serão destaque. Os homens estarão com trajes mais convencionais e realistas, em sua maioria na cor preta, e alguns adereços ganharão contornos fovistas como, por exemplo, uma medalha.

Em sua temporada 2019, o Theatro Municipal de São Paulo já realizou três óperas: O Barbeiro de Sevilha, Rigoletto e a contemporânea Prism. O público total foi de mais de 28 mil espectadores.

Dia Mundial da Ópera
O Theatro Municipal de São Paulo também celebra no próximo dia 25 de outubro o Dia Mundial da Ópera, primeira comemoração internacional a homenagear o gênero que surgiu há mais de 400 anos. A iniciativa é um esforço conjunto de importantes associações de apoio a companhias e festivais de ópera como a OPERA America, com sede nos EUA, a Opera Europa, que fica na Bélgica e a Ópera Latinamérica (OLA), com base no Chile e na qual o Theatro Municipal é membro. O Dia
Mundial da Ópera também conta com o apoio da UNESCO e do Instituto Internacional de Teatro (ITI). A escolha da data está ligada ao compositor francês Georges Bizet, que nasceu em 25 de outubro de 1838 e é autor de Carmen, uma das obras mais encenadas e conhecidas do repertório.

Serviço:

A Viúva Alegre no Theatro Municipal de São Paulo

Novembro | datas e horários das récitas

Quinta-feira, 14, às 20h
Sexta-feira, 15, às 20h
Sábado, 16, às 20h
Domingo, 17, às 18h – Récita a preço único R$ 20,00
Terça-feira, 19, às 20h
Quarta-feira, 20, às 20h
Quinta-feira, 21, às 20h
Sexta-feira, 22, às 20h
Sábado, 23, às 20h
Domingo, 24, às 18h – Récita com audiodescrição e a preço único de R$ 20,00
Local: Sala de Espetáculos, Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/no
Ingressos: R$ 20 | R$ 80 | R$ 120 – para as récitas dos dias 17 e 24 os ingressos serão comercializados a preço único de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), para todos os setores, e a venda será exclusiva na bilheteria do Theatro, a partir das 12h no dia do espetáculo.
Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou na bilheteria do Theatro Municipal.
Horário de funcionamento da bilheteria: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.
Formas de pagamento: Dinheiro e Cartões de Débito e Crédito
Duração aproximada: 2h e 30 minutos
Classificação indicativa: livre
Capacidade: 1500 lugares
Acessibilidade: Sim

Ficha técnica A Viúva Alegre
Franz Lehár
Libreto original: Viktor Léon e Leo Stein
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Coro Lírico Municipal de São Paulo
Alessandro Sangiorgi – direção musical e regência
Miguel Falabella – tradução, versão e direção cênica
Santos & Santos – cenografia
Lígia Rocha & Marco Pacheco – figurinos
Guillermo Herrero – desenho de luz
Dicko Lorenzo – visagismo
Fernanda Chamma – coreografia

Elenco:
Hannah Glawari – Camila Titinger (14, 16, 19, 21, 23)
Marianna Lima (15, 17, 20, 22, 24)

Conde Danilo – Rodrigo Esteves (14, 16, 19, 21, 23)
Daniel Germano (15, 17, 20, 22, 24)

Barão Zeta – Sandro Christopher (14, 16, 19, 21, 23)
Saulo Javan (15, 17, 20, 22, 24)

Valenciana – Lina Mendes (14, 15, 19, 21, 23)
Amanda Souza (16, 17, 20, 22, 24)

Camilo de Rossillion – Anibal Mancini (14, 16, 19, 21, 23)
Luciano Botelho (15, 17, 20, 22, 24)

Njégus – Adriano Tunes (ator)

Visconde Cascada – Jonnhy França (barítono)

Raul de St. Brioche – Caio Duran (tenor)

Bogdanowitsch – David Marcondes (barítono)

Silvia – Edna D’Oliveira (soprano)

Kromow – Marcio Marangon (barítono)

Olga – Andreia Souza (mezzo soprano)

Grisetes (bailarinas):
Lolo – Mari Saraiva
Dodo – ‘Hellen de Castro
Jou-Jou – Carol Isolani
Frou-Frou – Nay Fernandes
Clo-Clo – Luana Zehnun
Margot – Vanessa Costa

Bailarinos:
André Gomes
André Luiz Odin
Daniel Caldini
Davi Tostes
Rodolfo Saraiva
Ygor Zago

Municipal no Rolê promove apresentações do Balé da Cidade e da Orquestra Sinfônica Municipal pela capital paulista

De Instituto Odeon em 17 de outubro de 2019


‘Deranged’, Balé da Cidade | Foto: Fabiana Stig

Primeira temporada do projeto leva os corpos artísticos do Theatro Municipal a diferentes espaços culturais da cidade de São Paulo para apresentações gratuitas ou a preço popular de R$ 10; Os teatros Flávio Império, João Caetano e Cacilda Becker, mais o Centro Cultural São Paulo e o Auditório Ibirapuera recebem programas de balé e de música clássica até novembro

O Theatro Municipal de São Paulo, sob a direção artística de Hugo Possolo, está aberto às novas linguagens, com uma programação que busca alcançar um público cada vez mais diverso. Em conjunto com essas ações, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura promove a circulação dos corpos artísticos ligados ao espaço centenário para apresentações com ingressos gratuitos ou a R$10.

A iniciativa estreou no início deste mês e até novembro serão mais oito apresentações, sendo seis do Balé da Cidade de São Paulo – que acaba de lançar um livro e um documentário sobre os 50 anos da companhia – e duas da Orquestra Sinfônica Municipal. Pelo Municipal no Rolê, os grupos interpretam coreografias e obras sinfônicas em espaços culturais da região central e de bairros afastados, como o Teatro Flávio Império, que fica no bairro Cangaíba, zona leste de São Paulo.

Com músicas de David Bowie e Lawand Othman, o Balé da Cidade leva um repertório que reúne as obras Trovador, do coreógrafo brasileiro Alessandro Pereira, que integra a companhia Europeia Danish Dance Theatrer e Deranged do coreógrafo austríaco Chris Haring. Nos dias 19 e 20 de outubro, sobe ao palco do Teatro Flávio Império e a entrada é gratuita. Nos dias 2 e 3 de novembro, é a vez do Teatro Cacilda Becker, que fica na Lapa, zona oeste, e encerra a turnê pelo Municipal no Rolê nos dias 23 e 24 de novembro, no Centro Cultural São Paulo. Ambas apresentações com ingressos a R$10.

No domingo, 20 de outubro, a Orquestra Sinfônica Municipal interpreta peças de Glinka, Mozart e Tchaikovsky no Auditório Ibirapuera. Com regência de Roberto Minczuk e Davi Campolongo no piano, o concerto ocorre às 16h e a entrada é gratuita.O grupo também se apresenta no dia 25 de outubro, no Teatro João Caetano, com ingressos a R$10. Desta vez, com a harpista Jennifer Campbell como solista e interpretando obras de Brahms, Haendel e Wagner.

A abertura do projeto aconteceu no dia 4 de outubro, no Teatro Flávio Império, com a Orquestra Sinfônica Municipal. O concerto apresentou composições de Mozart, Carlos Gomes e Bizet, com regência de Alessandro Sangiorgi. No mesmo final de semana, nos dias 5 e 6, o Balé da Cidade fez sua estreia no programa, no Teatro João Caetano.

SERVIÇO:
Municipal no Rolê
19/10 Sábado | 20h
20/10 Domingo | 19h
Balé da Cidade de São Paulo

Deranged
Coreografia: Chris Haring
Música: David Bowie
Sound Design e Composição: Andreas Berger
Desenho de Luz: Melissa Guimarães
Assistente de Iluminação: Rodrigo Campos
Figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Trovador
Coreografia: Alessandro Souza Pereira
Música: Lawand Othman (Apes part 2)
Figurino: Alessandro Sousa Pereira, Signe Blicher
Desenho de Luz: Alessandro Souza Pereira, Melissa Guimarães
Confecção de figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Local: Teatro Flávio Império
Endereço: R. Prof. Alves Pedroso, 600 – Cangaíba, Zona Leste
Telefone: (11) 2621-2719
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Ingressos: Entrada franca

20/10 Domingo | 16h
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Roberto Minczuk, regente
Davi Campolongo, piano

Mikhail Glinka: Abertura de Russlam e Ludmila
Wolfgang A. Mozart: Concerto para piano, Op.27
Piotr I. Tchaikovsky: Sinfonia nº.5

Local: Auditório Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Parque Ibirapuera (portão 3) – Ibirapuera, Zona Sul
Telefone: (11) 3629-1075
Classificação Indicativa: Livre
Ingressos: Entrada franca

25/10 Sexta | 21h
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Roberto Minczuk, regente
Jennifer Campbell, harpa

Richard Wagner: Abertura da ópera Os Mestres Cantores de Nuremberg
Georg F. Haendel: Concerto para Harpa op. 4 nº 6 em Si bemol maior
Johannes Brahms: Sinfonia nº 1 op. 68 em Dó menor

Local: Teatro João Caetano
Endereço: Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, Zona Sul (Próximo à estação Santa Cruz do
metrô)
Telefone: (11) 5573-3774 | 5549-1744
Duração aproximada: 80 minutos
Classificação Indicativa: Livre
Ingressos: R$10

02/11 Sábado | 21h
03/11 Domingo | 19h
Balé da Cidade de São Paulo

Deranged
Coreografia: Chris Haring
Música: David Bowie
Sound Design e Composição: Andreas Berger
Desenho de Luz: Melissa Guimarães
Assistente de Iluminação: Rodrigo Campos
Figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Trovador
Coreografia: Alessandro Souza Pereira
Música: Lawand Othman (Apes part 2)
Figurino: Alessandro Sousa Pereira, Signe Blicher
Desenho de Luz: Alessandro Souza Pereira, Melissa Guimarães
Confecção de figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Local: Teatro Cacilda Becker
Endereço: Rua Tito, 295 – Lapa, Zona Oeste
Telefone: (11) 3864-4513
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Ingressos: R$10

23/11 Sábado | 20h
24/11 Domingo | 18h
Balé da Cidade de São Paulo

Deranged
Coreografia: Chris Haring
Música: David Bowie
Sound Design e Composição: Andreas Berger
Desenho de Luz: Melissa Guimarães
Assistente de Iluminação: Rodrigo Campos
Figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Trovador
Coreografia: Alessandro Souza Pereira
Música: Lawand Othman (Apes part 2)
Figurino: Alessandro Sousa Pereira, Signe Blicher
Desenho de Luz: Alessandro Souza Pereira, Melissa Guimarães
Confecção de figurino: Balletto por Luciana Mantegazza

Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, Zona Sul
Telefone:(11) 3397-4002
Duração aproximada: 60 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Ingressos: R$10

Programação sujeita a alteração.

Entre os dias 16 e 20 de outubro, MAR recebe a 8ª edição da FLUP

De Instituto Odeon em 16 de outubro de 2019


Entre os dias 16 e 20 de outubro, o Museu de Arte do Rio recebe a 8ª edição da FLUP – Festa Literária das Periferias, que irá celebrar o poder da poesia falada e o feminismo negro, dois movimentos que redesenharam a produção cultural do país neste século.

Nesta edição, o grande homenageado será o poeta pernambucano Solano Trindade, cuja poesia e biografia foram uma afirmação permanente da inventividade da arte popular e de suas artesanias.

A vasta programação destes cincos dias inclui oficinas, mesas de debate, apresentações musicais, batalhas poéticas, lançamento de documentário e entrega de prêmio. A noite de abertura do evento contará com show acústico de Lenine e uma apresentação comandada pelos herdeiros de Solano Trindade a partir dos poemas do artista.

Destaque da programação, a sexta edição do Rio Poetry Slam, maior batalha poética do mundo, terá como novidade este ano o fato de que seus 16 participantes serão mulheres negras.

Outro destaque é a mesa “A Carolina que habita em nós”, com as escritoras Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves, uma das principais desta edição. A mesa, mediada por Mirian Santos, terminará com a entrega do prêmio Carolina Maria de Jesus às três escritoras.

Convidado do MAR, o Muquifu – Museus dos Quilombos e Favelas Urbanos também irá participar do evento, com ações em diversos espaços do museu. Entre os destaques estão o lançamento do catálogo “Habemus Muquifu” e o carrinho Muquifoca, dispositivo de mediação com o público que funciona como um museu ambulante em que histórias, memórias, livros e objetos de seu acervo são levados para outros lugares e públicos.

Nestes cinco dias, a entrada nas exposições do museu será gratuita para todos, das 10h às 17h.

Confira a programação completa aqui!

Afastando a captura política do Theatro Municipal

De Instituto Odeon em 10 de outubro de 2019


Em um artigo na sessão ‘Opinião’ da Folha de S.Paulo, publicado no dia 9 de outubro, o advogado Rubens Naves e a jurista Mariana Gouveia Chiesa Nascimento desmontam os mitos criados acerca da gestão do Instituto Odeon à frente do Theatro Municipal de São Paulo. Uma leitura esclarecedora e necessária.

Leia o texto na íntegra neste link.

Fotografia: Fabiana Stig

Museu de Arte do Rio lança e-book da “VI Jornada de Educação e Relações Étnico-Raciais”

De Instituto Odeon em 7 de outubro de 2019


A publicação digital da “VI Jornada de Educação e Relações Étnico-Raciais do MAR” já está disponível para download gratuito no site do Museu de Arte do Rio. Realizado anualmente, o encontro tem como objetivo ser um espaço de compartilhamento entre profissionais e estudantes comprometidos com a constituição de uma sociedade antirracista e democrática. A atividade integra o programa permanente de formação de professores da Escola do Olhar.

O e-book contempla as aulas ministradas no seminário de 2018, documentos e outros conteúdos produzidos durante os laboratórios de criação – atividades pautadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, com base nas Leis nº 10.639/03-MEC (2003) e 11.645/08-MEC (2008).

Artigos escritos por convidados, como o curador Milton Guran, Mãe Celina de Xangô, os artistas e educadores André Vargas e Silvana Marcelina e a artista visual Mariana Maia também fazem parte da publicação. Os temas abordam questões trazidas pelas exposições do MAR e outras atividades que apostam na relação entre arte contemporânea e educação, como “Práticas pedagógicas: tradição e contemporaneidade”, “Cultura e representatividade” e “Museu, escola e relações étnico-raciais”.

Clique aqui: http://bit.ly/EbookJornadas2018 para baixar o e-book gratuitamente.